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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Depressão


O que é DEPRESSÃO? Muitos de nós, já passamos, ao longo da vida, por períodos de altos e baixos, há dias que ficamos infelizes e desmotivados. A tristeza é uma reação comum às situações cotidianas. Mas, quando o vazio e o desespero tomam conta de seus dias, sendo permanente e comprometendo várias áreas da sua vida, como a social, profissional e familiar, podemos estar falando de depressão.  No consultório, alguns pacientes descrevem a depressão como viver em um buraco negro, um buraco sem portas, janelas e saídas. A pessoa deprimida acaba não vendo mais sentido e significado em nada que faz, como se sua vida fosse vazia e apática. Perde-se o prazer em fazer coisas que antes eram significativas, perde-se o prazer até mesmo em viver. A pessoa deprimida, acaba deixando de interessar-se pelos amigos, famílias, lazer, hobbies, saúde e trabalho. Se sente esgotada o tempo todo e só deseja ficar trancada em seu quarto. O sentimento de desamparo, desesperança, inutilidade são frequentes.  A depressão pode aparecer em diversas idades, sua intensidade pode variar de intensidade leve a grave, podendo ocorrer episódios com períodos de remissão e recaída. É estimada como um dos principais fatores mundiais de incapacitação.    O que causa a DEPRESSÃO? A depressão é uma doença multifatorial, ou seja, existem várias causas envolvidas em seu aparecimento. Embora os fatores genéticos possam fazer com que uma pessoa seja mais predisposta à depressão do que outra, acredita-se que os fatores sociais, ambientais e psicológicos e desequilíbrios químicos no cérebro também podem influenciar.    SINTOMAS Perda do interesse por atividades ou prazeres da vida; Baixa autoestima; Alterações no padrão de sono e alimentação; Diminuição de atenção e concentração; Visão negativa do futuro; Irritabilidade; Indecisão; Medo; Dores inexplicáveis; Diminuição do interesse sexual; Apatia; Falta de entusiasmo; Lentidão de pensamentos e movimentos; pensamentos preponderantes de culpa, pensamentos e/ou planos suicidas.  As pessoas com depressão leve geralmente podem continuar trabalhando e dando conta das suas responsabilidades, mas funcionam abaixo do seu nível normal. Já as pessoas diagnosticadas com depressão grave, dificilmente conseguem manter o ritmo profissional e social satisfatórios.    DIAGNÓSTICO O DSM-IV lista alguns dos critérios para o diagnóstico da depressão: 1. Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias. 2. Acentuada diminuição do interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades na maior parte do dia, quase todos os dias. 3. Perda ou ganho significativo de peso sem estar em dieta (ex: mais de 5% do peso corporal em um mês), ou diminuição ou aumento do apetite quase todos os dias. 4. Insônia ou hipersonia quase todos os dias. 5. Agitação ou retardo psicomotor quase todos os dias. 6. Fadiga ou perda de energia quase todos os dias. 7. Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada (que pode ser delirante) quase todos os dias. 8. Capacidade diminuída de pensar ou concentrar-se, ou indecisão, quase todos os dias. 9. Pensamentos de morte recorrentes (não apenas medo de morrer), ideação suicida recorrente sem um plano específico, tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio. Obs: No mínimo cinco dos seguintes sintomas presentes durante o período de duas semanas recebem a classificação de depressão leve. Usa-se a classificação grave quando o paciente apresenta mais do que cinco sintomas e quando o grau de prejuízo interfere acentuadamente no funcionamento do indivíduo.   TRATAMENTO Quando você está deprimido, as coisas podem parecer-lhe inúteis, sem sentido, mas com o tratamento certo, ajuda e apoio você pode ficar melhor e pouco a pouco sair dessa tormenta. Para o tratamento da depressão, faz-se necessário o auxílio médico (psiquiatra) que muitas vezes entrará com alguns medicamentos e do auxílio do psicólogo.  Conforme estudos, a psicoterapia comportamental vem se mostrando muito eficaz para o tratamento da depressão, ela focaliza-se em como o comportamento das pessoas atinge a sua capacidade de receber reforço positivo vindo do ambiente. Como o reforço aumenta a frequência mensurável do comportamento, a incapacidade que uma pessoa tem de receber reforço para um comportamento saudável afeta diretamente os sintomas depressivos. Um dos principais objetivos da terapia comportamental é aumentar a quantidade de reforços positivos, detectando atitudes que restringem as atividades sociais, de lazer, profissional, melhorando assim sua qualidade de vida, contribuindo assim, para que o paciente desenvolva um maior sentimento de autoconfiança, autoestima e independência para lidar com situações adversas do cotidiano.   
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Ciúmes


O que é? O dicionário português da Porto Editora apresenta três definições para a palavra ciúme: “Inveja de alguém que usufrui de uma situação ou de algo que não se possui ou que se desejaria possuir em exclusividade.” “Sentimento de possessividade em relação a algo ou alguém.” “Sentimento gerado pelo desejo de conservar alguém junto de si; sentimento gerado pela suspeita da infidelidade de um parceiro.” O ciúme é uma manifestação provocada pela falta de confiança no sentimento do outro, que é transformada em medo de perder o parceiro. O ciúmes também pode adquirir um significado mais amplo, não necessariamente associado ao sentimento partilhado entre pessoas, pode ser produzido pelo apego exagerado a algum bem material não querendo partilha-los com outra pessoa. Por exemplo: ciúme dos livros, dos DVDs, do carro etc.  A pessoa ciumenta, costuma, checar o celular e as ligações recebidas do parceiro constantemente, quer saber quem enviou mensagens, que e-mails recebeu e por qual motivo, com quem falou e sobre o que, onde está e a que horas voltará, quem são os amigos e porque os têm; acha que se a pessoa se arruma para sair, mesmo que seja para o trabalho, está "se arrumando para encontrar o amante"; se há algum atraso é motivo de brigas e questionamentos intermináveis; e por mais que tente aliviar seus sentimentos, nunca estará satisfeito. A vida a dois transforma-se num verdadeiro martírio. Se usarmos o ciúmes como meio de controlar nossos parceiros, iremos afastá-los cada vez mais.   Ciúmes patológico (doentio) Existe uma diferença entre o ciúmes normal e o ciúmes patológico, o ciúmes normal seria transitório, específico e baseado em fatos reais e o patológico seria uma preocupação infundada, irracional e descontextualizada.  No ciúme patológico há o desejo inconsciente da ameaça de um rival, assim como o desejo obsessivo de controle total sobre os sentimentos e comportamentos do outro. Caracteriza-se por se exagerado, sem motivo aparente que o provoque, deixando o ciumento absolutamente inseguro e transformando-o num tremendo controlador, cerceador da liberdade do outro, podador de qualquer atividade que o parceiro queira fazer sem que ele esteja presente. Uma pessoa pode avaliar a possibilidade de ter entrado no nível de ciúmes patológico, o qual precisa de ajuda psicológica, quando ocorrem prejuízos de alguma forma, por exemplo, perde tempo em seu trabalho querendo saber por onde anda e o que a pessoa de quem sente ciumes está fazendo; liga para monitorar os passos, tal qual um detetive; perde o sono por ciúmes, acorda no meio da noite pensando “o que será que ele (ela) está fazendo?”; fica nervoso (a) quando não localizou o objeto de ciume, etc. Outro exemplo é, mesmo que a pessoa tenha ciúmes de que o namorado vá à casa da mãe dele, claro que ela não acha que ele vai ter um caso com a mãe, mas nos ciúmes patológico ela pensa que ele vai dividir o amor, que “deveria” receber com exclusividade.    O que causa o ciúmes? São varias as causas em que levam as pessoas a sentirem ciúmes. Em muitos casos tal comportamento foi aprendido com o pai ou a mãe, também ciumentos, passando a falsa ideia de que esse jeito de funcionar é o normal. Quando você vive em uma família cujas características principais são o controle, o cuidado excessivo, o zelo e preocupação com os filhos, cresce achando que assim deve ser, pois esse foi o modelo aprendido. Em outros casos, devido a relacionamentos anteriores que eram repletos de insegurança e/ou traições. Também a desvalorização de si mesmo é uma das causas mais importantes do ciúmes intenso.    Sintomas A pessoa que sente ciúmes tem, por norma, pensamentos e sentimentos negativos em relação à ameaça de perda de algo que possui e que lhe é muito importante e precioso. Juntamente com a própria emoção que é o ciúme, juntam-se várias outras emoções, igualmente poderosas: medo, ansiedade, incerteza, insegurança, desconfiança, humilhação, tristeza, desgosto, raiva, descontrole, vingança, depressão, vergonha, entre outros.    Tratamento A psicoterapia é fundamental para que se trabalhem questões profundas ligadas ao aparecimento do ciúme, geralmente envolvendo dinâmicas familiares complicadas, insegurança. O Psicólogo também analisará juntamente com o paciente a racionalidade desse ciúmes, o quanto isso está limitando a tranquilidade mental da pessoa e o que está provocando em sua vida, quanto de sofrimento psicológico ela está passando. Um outro foco do tratamento é o aumento da auto-estima da pessoa enciumada, pois quando a auto-estima está rebaixada causa a sensação de insegurança e consequentemente deixamo-nos levar pela imaginação.   
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Bulimia


O que é? Bulimia é um distúrbio alimentar que gera na pessoa uma compulsão muito grande em ingerir muita comida e, logo após, é tomada por um sentimento de arrependimento ou de medo de engordar, fazendo com que recorra a meios de eliminar o que foi ingerido. Dentre esses meios, os mais comuns são a indução de vômitos, o consumo de laxantes e diuréticos ou a excessiva prática de exercícios. A doença pode ser catalogada em duas diferentes maneiras: - Bulimia com expurgação: A pessoa regularmente auto-induz o seu vômito ou faz uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas após comer compulsivamente. - Bulimia sem expurgação: Utilização de outros métodos para se manter livre das calorias e evitar o ganho de peso, como a prática do jejum, dieta rigorosa ou exercício excessivo. Pessoas com bulimia estão sempre preocupadas com a aparência, principalmente com o peso. O paciente não consegue aceitar seu corpo da forma como ele é, ou tem a impressão de que está acima do peso em níveis acima da realidade. Isso pode levar a um quadro de ansiedade, que faz a pessoa buscar maneiras bruscas de perder peso rapidamente, ao mesmo tempo em que busca conforto na comida.  O que diferencia a bulimia de outros transtornos alimentares é o comportamento de tentar livrar-se do que comeu regularmente, independentemente de como exatamente isso acontece. A ênfase está sempre na eliminação de calorias extras com objetivo de evitar ganho de peso ou para alcançar a perda de peso.     Causas Muitos fatores podem estar envolvidos nos motivos que levam à sua ocorrência. A influência exercida pela mídia sobre o comportamento e o padrão de beleza das pessoas também pode estar entre as possíveis causas da bulimia. O culto ao corpo magro e o desprezo às pessoas acima do peso pregado pela indústria da beleza e da moda, aparentemente, levam milhões de pessoas em todo o mundo a apresentar quadros de bulimia. Fatores genéticos, psicológicos, traumáticos, familiares, sociais ou culturais podem contribuir para seu desenvolvimento.  A genética também pode ser um fator de risco para a bulimia. Estudos mostram que ter um parente com bulimia pode favorecer o desenvolvimento da doença. No entanto, ainda não está certo se é um fator genético que predispõe à bulimia ou o comportamento familiar que favorece a doença.     Sintomas Preocupação excessiva com o peso e com a silhueta; Ter medo de ganhar peso; Perder o controle sobre o que come; Comer em excesso até sentir desconforto ou dor; Forçar o vômito após comer; Usar suplementos diários de perda de peso;. Apresenta sintomas de desnutrição, tais como: tontura, desmaio, fadiga, sono ou insônia e inchaço no corpo; Emagrecimento súbito; Vômitos após as refeições: a pessoa pode ir ao banheiro logo após se alimentar e permanece por lá por muito tempo; Uso de laxantes e diuréticos: alguns sinais podem ser apresentados por conta dessa prática, como queixas de cólicas abdominais, inflamações anais ou descontrole intestinal.     Efeitos colaterais Um dos efeitos colaterais mais perigosos e comuns da bulimia são os danos causados ao sistema digestivo, uma vez que comer demais e depois se livrar do alimento têm efeitos negativos sobre a produção de enzimas digestivas, equilíbrio de fluidos e níveis de eletrólito. Vomitar e tomar laxantes podem levar a desequilíbrios eletrolíticos e químicos, que causam efeitos em cascata em outros sistemas e órgãos, como um batimento cardíaco anormal e sintomas de depressão. Ao mesmo tempo, altas quantidades de estresse juntamente com deficiências de nutrientes podem alterar os níveis hormonais e alterar o funcionamento do neurotransmissor. Alguns dos efeitos negativos da bulimia nervosa para a saúde são: > Desequilíbrio de potássio e sódio, uma vez que o vômito/purga pode alterar os balanços de nutrientes, eletrólitos e fluidos chave; > Batimentos cardíacos irregulares e maior probabilidade de ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e morte devido a um desequilíbrio eletrolítico; > Desidratação, que pode afetar negativamente a digestão, capacidades mentais, movimentos musculares e funcionamento do coração; > Capacidade reduzida de digerir os alimentos corretamente e absorver nutrientes; > Problemas para ir ao banheiro normalmente, incluindo estômago inchado, constipação e diarreia, causada por tomar laxantes e alterar os níveis de enzimas e eletrólitos; > Maior risco de úlceras e rupturas gástricas; > Maior probabilidade de ter mudanças de peso que afetam negativamente a tireoide e a saúde hormonal; > Maior probabilidade de lidar com infertilidade e menstruações irregulares; > Diminuição da resposta imunológica a infecções ou doenças mais comuns; > Maior risco de depressão, transtornos de ansiedade e suicídio; > Níveis mais elevados de inflamação, o que pode aumentar o risco de várias doenças crônicas; > Cárie dentária grave.     Tratamento O tratamento depende da gravidade da bulimia, assim como a resposta da pessoa aos tratamentos.  Se você acha que pode ter, ou tem bulimia, a melhor coisa que você pode fazer é procurar ajuda profissional. A psicoterapia é oferecida para aqueles que sofrem desta condição para ajudá-los a recuperar o controle sobre seus pensamentos e ações. A terapia comportamental funciona muito bem no tratamento de distúrbios alimentares, tais como bulimia. Durante este tipo de tratamento, o psicólogo especializado irá trabalhar com você para ajudá-lo a aprender a reconhecer as formas com que o alimento faz você se sentir e como mudar seus comportamentos em resposta a essas emoções. O processo é doloroso e exige um trabalho árduo da parte do paciente e de sua família. Admitir que você tem um problema é o primeiro passo para obter tratamento.   
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