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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Vício: Álcool


O que é? O Alcoolismo é um vicio e/ou dependência causado pelo álcool e é considerado pela organização mundial de Saúde (OMS) uma doença. Essa dependência pode ser iniciada de forma inocente com a pessoa bebendo socialmente. Porém, tempos depois, a pessoa percebe que beber virou uma rotina em sua vida, que isso já está começando a atrapalhar as atividades e relacionamentos no seu dia a dia.Há outros fatores que influenciam como por exemplo a pessoa ter pré-disposição ao alcoolismo. Crianças e adolescentes que convivem com familiares que tem o costume de beber em excesso pode ser um desses fatores. Algumas pessoas começam a beber como uma forma de fuga, motivadas por uma decepção, frustração ou até mesmo para ajudar a absorver a pressão do dia a dia. A pessoa passa a encontrar alívio com a bebida.   Consequências do uso do Álcool O uso excessivo de bebidas alcoólicas pode afetar praticamente todos os órgãos e sistemas do organismo. O aparelho gastrintestinal é particularmente atingido. Podem ocorrer gastrites, ulceras, inflamação do esôfago, pancreatite; as lesões no fígado podem levar à cirrose. Outros aparelhos atingidos são o cardiocirculatorio (podendo ocorrer pressão alta, infarto do miocárdio), o sistema nervoso (epilepsia, lesões em nervos periféricos) e o geniturinário (impotência). Podem ocorrer também doenças devido a deficiências de vitaminas e alterações no sangue. O uso de álcool por mulheres grávidas pode levar a malformações no feto com retardo mental, malformações no coração, membros, crânio e face (síndrome fetal do álcool). Na síndrome de dependência ocorre o uso exagerado, continuo de álcool por muito tempo. Há um desejo intenso de beber e necessidade de beber quantidades cada vez maiores para obter o mesmo efeito (tolerância). As atividades da pessoa giram em torno da obtenção de bebidas, ocorrem prejuízos nas demais atividades, como falta ao trabalho, queda do rendimento no trabalho e convívio familiar. Outra característica da síndrome de dependência é a síndrome de abstinência. Ocorre em geral com a interrupção ou redução abrupta da quantidade de bebida ingerida. A síndrome de abstinência caracteriza-se por tremores, sudorese, aumento da pulsação, insônia, náusea ou vomito, ansiedade e agitação. Quando se torna mais grave surgem ainda as alucinações, em geral na forma de "visões" de animais ou fios na parede ou no ar ou da sensação de formigamento ou de bichos andando pelo corpo da pessoa. Este quadro é chamado de delirium tremens e é ainda acompanhado de febre, convulsões e confusão mental (a pessoa não consegue conversar direito, confunde objetos e pessoas, não sabe informar sobre datas ou local onde se encontra). O delirium tremens é um quadro grave e necessita de tratamento hospitalar. Com freqüência, após um delirium tremens, a pessoa desenvolve um quadro caracterizado por esquecimento de fatos que ocorreram recentemente. É denominado amnésia induzida pelo álcool ou síndrome de Korsakoff.   Tratamento Na maioria das vezes o dependente do álcool se mostra muito resistente à terapia, não assume que é dependente e que precisa de ajuda, devido a isso chegam até o psicólogo ou outro profissional através da família ou amigos na maioria das vezes numa situação muito crítica da doença. O psicólogo surge com o papel reforçador na intenção de ouvi-lo e instrui-lo a respeito de como voltar a ter um convívio normal, voltar a se relacionar e se comportar. Em muito dos casos tratados no consultório, o paciente usou o álcool como automedicação, isso contra decepções, angustia e depressão. E o álcool fez com que o paciente perdesse parte da moral e caráter que possuía, sendo assim o psicólogo irá ajuda-lo a encontrar novamente os valores que se perderam e que possa estar apto a se relacionar em sociedade. Além do tratamento de psicoterapia, combinado com ele há o tratamento com medicação, isso porque devido a abstinência pode existir prováveis convulsões os medicamentos são para evitar as mesmas. A psicoterapia desempenha papel fundamental na recuperação. Procurar buscar com o paciente os motivos que o levam a beber e auxiliar na resolução dos conflitos permitem a construção de uma personalidade mais madura, capaz de lidar com as adversidades sem precisar se refugiar na bebida.  
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Transtorno Bipolar


O que é? O Transtorno Bipolar é um transtorno mental que causa mudanças constantes de humor. As pessoas alternam entre períodos de muito bom humor e períodos de irritação ou depressão. As chamadas "oscilações de humor" entre a mania e a depressão podem ser muito rápidas e podem ocorrer com muita ou pouca frequência. Os sintomas do Transtorno Bipolar são graves, podendo resultar em relacionamentos prejudicados, desempenho insatisfatório no trabalho e na escola e até mesmo suicídio. Entretanto o Transtorno Bipolar pode ser tratado e as pessoas conseguem ter uma vida saudável e produtivas.   Causas Há fatores conhecidos por desempenharem papel no risco para essa doença mental, como: Hereditariedade: o transtorno bipolar ocorre mais freqüentemente em membros da mesma família e pode ser levado por gene herdado de um ou ambos os pais. Alterações químicas: pessoas com transtorno bipolar têm alterações químicas no cérebro que estão sendo estudadas para saber se são causa ou efeito. Estresse: situações que causam estresse incomum podem engatilhar episódio maníaco-depressivo. Quem sofre de transtorno bipolar é mais sensível as dificuldades e fatores externos que podem agravar seus sintomas e potencializar o paciente para nova uma crise. Mudanças de ambiente, traumas de violência e abuso sexual são fatores que determinam aumento do sofrimento do indivíduo ou podem trazer à tona mais um novo ciclo da doença.   Sintomas As pessoas com Transtorno Bipolar vivenciam estados emocionais intensos fora do comum em períodos distintos chamados "episódios de humor". Um estado de supraexcitação ou alegria exagerada é chamado de episódio maníaco e um estado extremamente triste e de desesperança é chamado episódio depressivo. Às vezes, um episódio de humor inclui ambos os sintomas de episódios maníacos e depressivos. Isto é chamado de estado misto. Portadores do Transtorno Bipolar também podem ficar explosivos e irritados durante um episódio de humor. Mudanças extremas na energia, atividade, sono e comportamento acontecem juntos com estas mudanças de humor.  Uma pessoa pode estar tendo um episódio de transtorno bipolar se ele ou ela apresenta um número de sintomas maníacos ou depressivos ao longo do dia, quase todos os dias, por pelo menos uma ou duas semanas. Às vezes os sintomas são tão graves que a pessoa não consegue funcionar normalmente no trabalho, escola ou em casa Durante a fase de mania, a pessoa pode sofrer dos seguintes sintomas: •Sentir-se como “no topo do mundo” e ter abundância de energia;  •Parecer falar e pensar rapidamente; •Expor numerosas idéias; •Pensar que é invencível; •Ter comportamentos imprudentes ou perigosos para si e outros ao redor; •Ter delírios de fama; •Sofrer de falta de sono, ser facilmente distraída e freqüentemente irritável; Durante a fase depressiva, podem aparecer os seguintes sintomas: •Sentimento de falta de esperança; •Perda de todo o interesse em outras pessoas e atividades usuais; •Sofrer flutuação de peso; •Sentimento de cansaço contínuo; •Dormir mais que o comum ou ter insônia; •Queixa de dores inexplicáveis; •Problemas de concentração; •Risco de suicídio;   Tratamento O tratamento adequado para a pessoa com esse transtorno, consiste no auxílio médico (psiquiatra) que muitas vezes entrará com medicação e do auxílio do psicólogo.  Através da psicoterapia o paciente aprende a lidar com situações e pessoas de modo a evitar episódios maníaco-depressivos. Uma pessoa com transtorno bipolar, que recebe tratamento apropriado, pode ter vida normal em casa e no trabalho. Os amigos e familiares desempenham papel fundamento no tratamento do transtorno bipolar, pois as pessoas com esse transtorno precisam de apoio e encorajamento.       
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Síndrome do Pânico


O que é? A síndrome do pânico é um transtorno psicológico em que ocorrem crises inesperadas e frequentes de desespero, pavor e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente. Essas crises fazem com que o indivíduo não leve uma vida normal, pois ele tem medo de que as crises voltem e evitam situações de perigo. Por exemplo, se a crise ocorreu em um elevador, é comum o paciente não querer mais voltar a utilizar o elevador no trabalho ou em casa.   Causas A Ciência acredita que um conjunto de fatores possa desencadear o desenvolvimento deste transtorno, como: Genética; Estresse; Temperamento forte e suscetível ao estresse; Mudanças na forma como o cérebro funciona e reage a determinadas situações.   Sintomas Ataques de pânico característicos da síndrome geralmente acontecem de repente e sem aviso prévio, em qualquer período do dia e também em qualquer situação, como enquanto a pessoa está dirigindo, fazendo compras no shopping, em meio a uma reunião de trabalho ou até mesmo dormindo. O terror toma conta do seu corpo, o seu coração dispara, você se sente sufocado, com tontura, tremores, faltar de ar, e para completar as suas pernas ficam bambas, aparece a sensação de que o ambiente é perigoso, de que você vai morrer ou ter um ataque cardíaco ou derrame, ou mesmo, ficar louco para sempre e perder o controle. O pico das crises de pânico geralmente dura cerca de 10 a 20 minutos, mas pode variar dependendo da pessoa e da intensidade do ataque. Além disso, alguns sintomas podem continuar por uma hora ou mais. É bom ficar atento, pois muitas vezes um ataque de pânico pode ser confundido com um ataque cardíaco. As crises de pânico geralmente manifestam os seguintes sintomas: Sensações de falta de ar ou sufocamento; Tontura e fraqueza; Aumento da frequência cardíaca; Palpitações; Aumento da produção de suor; Sensação de calor ou calafrio; Dor no peito ou no estômago; Formigamento; Tremores; Náusea ou desconforto abdominal; Medo de perder o controle ou enloquecer; Medo de morrer ou de uma tragédia iminente; Sensação de perigo iminente, dentre outros sintomas.   Diferença entre Síndrome do Pânico e Ansiedade A síndrome do pânico é um tipo específico de transtorno dentro dos quadros ansiosos. Costuma ocorrer em crises, isto é, vêm "do nada" e de forma muito intensa. A ansiedade é um estado mais constante, portanto é um estado menos sujeito a variações, altos e baixos e crises, que a síndrome do pânico. A principal diferença está nas gradações, no modo como a ansiedade se distribui. É importante ressaltar que um quadro ansioso pode evoluir para um quadro de pânico e vice-versa.   Tratamento A Síndrome do pânico é diagnosticada por um psiquiatra a partir da avaliação dos sintomas apresentados. Se você teve ou tem qualquer sintoma típico de crises de pânico, procure ajuda o quanto antes. Os ataques são difíceis de controlar por conta própria e podem piorar se não houver acompanhamento de um profissional e tratamento adequados.  O principal objetivo do tratamento da Síndrome do Pânico é reduzir o número de crises, assim como sua intensidade e recuperação mais rápida. As duas principais formas de tratamento para esse transtorno é por meio de psicoterapia e medicamentos. Ambos têm se mostrado bastante eficientes.  Existem diversas formas de psicoterapia, sendo a mais estudada e que comprovadamente tem efeitos benéficos nesse transtorno a chamada de Psicoterapia Comportamental. Ela poderá ajudar o paciente a entender os ataques de pânico, a como lidar com eles no momento em que acontecerem, ajuda o paciente a aprender diferentes maneiras de como pensar e reagir em situações de perigo, reduzindo então a ansiedade e o medo principalmente de situações em que o paciente evita por conta das crises. É importante lembrar que a cura desta doença depende da sua gravidade e da dedicação do paciente ao tratamento, havendo pessoas que conseguem se curar totalmente ou controlar com maior facilidade os sintomas da doença.   
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