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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Anorexia


O que é? A anorexia é um distúrbio alimentar que provoca perda de peso acima do que é considerado saudável para a idade e altura. Pessoas com anorexia podem ter um medo intenso de ganhar peso, mesmo quando estão abaixo do peso normal. Elas podem abusar de dietas ou exercícios, ou usar outros métodos para emagrecer. O paciente no geral enxerga seu corpo de maneira distorcida (em geral, muito acima do peso) e, a partir daí, leva a atitudes de risco, como dietas restritivas, abuso de exercícios físicos, indução de vômito para expulsar as refeições e até mesmo uso de medicamentos como laxantes. Isso pode levar a um quadro de ansiedade, já que a pessoa está sempre preocupada na maneira como ela vai perder peso rapidamente.   Causas Acredita-se que fatores biológicos, psicológicos e ambientais estejam envolvidas nas causas possíveis para a doença. A Anorexia é um distúrbio muito comum entre adolescentes, principalmente por conta da pressão social existente nessa fase da vida e todas as mudanças que ocorrem no corpo e na mente. Entretanto, pessoas de todas as idades podem desenvolver o problema, sendo considerado raro somente em indivíduos acima dos 40.   Sintomas A perda de peso impulsionada pelo transtorno é extremamente perigosa. Pode provocar baixas na imunidade, enfraquecimento dos músculos e dos ossos, interrupção da menstruação, arritmia cardíaca e convulsões. O quadro chega a ser inclusive fatal em 15% dos casos. Algum dos sintomas da Anorexia são: Preocupação excessiva com a dieta; Perda de peso acentuada; Medo extremo de engordar; Redução da libido; Ausência de menstruação por três ou mais ciclos; Prática exagerada de exercícios físicos; Usar comprimidos para urinar (diuréticos), evacuar (enemas e laxantes).; Ir ao banheiro imediatamente após as refeições; Recusar-se a manter o peso que é considerado normal ou aceitável para sua idade e altura (geralmente, pessoas com anorexia estão no mínimo 15% abaixo do peso normal); Pensamento confuso ou lento, junto com memória ou julgamento deficientes; Depressão; Boca seca; Extrema sensibilidade ao frio (vestir várias camadas de roupas para ficar aquecido); Perda de resistência óssea; Desgaste dos músculos e perda de gordura corporal.   Tratamento O maior desafio no tratamento da anorexia é fazer a pessoa reconhecer que tem uma doença. A maioria das pessoas com anorexia nega que tem um distúrbio alimentar. Em geral, as pessoas somente começam um tratamento quando a doença já atingiu seu estado grave. O tratamento é multidisciplinar, ou seja, envolve uma equipe composta de médico, psicólogo e nutricionista. O primeiro objetivo é recuperar os quilos perdidos em ritmo seguro a fim de restabelecer a saúde. Diferentes tipos de psicoterapias são usadas para tratar de pessoas com anorexia, mas a terapia comportamental mostra-se bem-sucedida neste sentido. A psicoterapia comportamental, irá trabalhar a auto-estima do paciente, sua forma de enxergar o próprio corpo, sua relação com a comida, trabalhando junto com o paciente para que haja mudanças de pensamentos e comportamentos.    Prevenção Encorajar atitudes saudáveis e realistas em relação ao peso e à dieta podem ajudar. Cultive sempre a ideia de um corpo saudável com seu filho ou filha, independentemente da silhueta ou do peso  
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Vício: Jogos de azar


O que é vício em jogos de azar? O jogo é um dos vícios que mais pode causar prejuízo as pessoas pois vem junto com a ilusão de dinheiro fácil e pode levar rapidamente o indivíduo à ruína financeira. As probabilidades nunca estão a favor do viciado em jogos. Como existem diferentes tipos de jogo, existem também diferentes tipos de vício em jogos. Jogos de azar não estão restritos a máquinas caça-níqueis, jogos de cartas e cassinos. A loteria, jogo do bicho, entrar em uma rifa ou fazer uma aposta com um amigo também são formas de jogo. Para a psicologia, todos podem se tornar viciados em jogos, pois, a dependência é um transtorno psiquiátrico e, por isso, pode acometer qualquer pessoa. Dessa forma, é importante esclarecer os limites entre o jogador normal e o patológico”.   Normal X Patológico Um jogador de cartas considerado normal é aquele que joga apenas pelo prazer de estar entre os amigos, por exemplo. Ele não aposta valores e se o faz, coloca números meramente simbólicos. O jogador normal joga recreativamente, divertindo-se. Tais jogos ocorrem esporadicamente, aos domingos, churrasquinhos com amigos, jantar da empresa. Por outro lado, o jogador patológico é aquele que precisa jogar quase ou todos os dias, e na impossibilidade de jogar o jogo na vida real, busca versões virtuais para que possa amenizar a fissura da falta do jogo. O jogador patológico não joga por recreação e, sim, por compulsão. Há sempre dinheiro envolvido nas apostas, e dependendo do grau da patologia, o jogador vai apostando os bens que lhe resta.  O azar também atinge a família do apostador. Ocorre que a família só vai perceber os efeitos do jogo patológico quando o jogador já estiver em um estágio avançado da doença. Assim, quando a família sentir os efeitos da patologia, pode ser tarde. E os efeitos são devastadores. A família pode começar a perceber mudanças no comportamento financeiro do jogador. Em casos mais graves, ele vende o carro, a casa e a família se vê, além de desabrigada, endividada.   Causas Muitos fatores podem contribuir para o vício em jogos, incluindo o desespero por dinheiro, o desejo de experimentar emoções fortes, o status social associado a ser um jogador bem sucedido e a atmosfera divertida da cena de jogos de azar. Infelizmente, uma vez que um vício de jogo toma forma, quebrar o ciclo é difícil. Vícios severos podem tomar conta quando alguém se sente desesperado financeiramente e quer recuperar o que eles perderam. Uma vez que a pessoa finalmente ganhar, raramente é suficiente para cobrir o que já foi perdido. A maioria dos jogadores nem sequer chegam perto de repor o mínimo que “investiram” no jogo.    Sintomas Os sinais de um problema de jogo são muitas vezes os mesmos que os sinais de outros vícios. Os sinais comuns de dependência incluem: •Sentir a necessidade de esconder a prática de jogos de azar; •Ter problemas para controlar os hábitos de jogo; •Jogar quando você não pode se dar ao luxo de gastar; •Seus amigos e familiares expressam preocupação com seus hábitos de jogo; •Como com qualquer outro vício, o sinal de um problema de jogo é que você sente que não pode e não consegue parar. Se você sente que precisa tentar mais uma vez, ou se sente ansiedade quando pensa em desistir, é altamente provável que esteja sofrendo de um vício em jogos de azar; •A pessoa tende a fazer apostas arriscadas para experimentar a emoção associada com a tomada de grandes riscos; •Muitos jogadores acabam se voltando para outros tipos de vícios, como álcool, drogas, para aliviar a ansiedade provocada pela vida de jogos; •Estas patologias também vêm, normalmente, associadas com uma disfunção social que faz o paciente perder qualquer interesse na suas obrigações sociais, tornando-se insensível aos sentimentos das outras pessoas. •Ansiedade; •Depressão; •Enxaqueca; •Sentimentos de culpa e vergonha; •Isolamento social; •Ataques cardíacos; •Pensamentos e tendências suicidas; •Insônia; •Tensão muscular; •Oscilações de humor.   Tratamento Se você ou um ente querido quiser parar de jogar, mas não sabe por onde começar, é importante procurar a ajuda profissional de um psicólogo para o pontapé inicial.  Embora o jogo não possa ser tratado diretamente com medicações, é possível aliviar a ansiedade e a depressão que resulta do jogo. Com o psicólogo, principalmente na terapia comportamental, é possível adotar mudanças de comportamento que ajudam na melhora do vício. Parar de jogar não é tarefa fácil, mas é algo que pode ser feito com a ajuda de um grupo de apoio e um programa de tratamento. Pode ser difícil começar o caminho para a recuperação sem a assistência de profissionais que ajudem as pessoas através do processo. Amigos e familiares são vitais para uma recuperação completa, mas eles podem não saber como melhor ajudá-lo. A prática do jogo patológico também pode ser resultado de um mecanismo de defesa chamado “fuga”. Se esse for o caso, primeiro, é preciso que o jogador identifique do que se está fugindo ou tentando fugir. A patologia do vicio em jogos assemelha-se ao uso de drogas, pois, embora ele saiba que lhe faz mal, ele volta usar mais um pouco com a fantasiosa ideia “a hora que eu quiser eu paro!” Portanto, assim como na dependência química o tratamento é possível. Mas somente é possível quando o jogador patológico reconhece que está enrolado em uma teia de aranha que ele mesmo teceu e que para sair dessa teia ele precisa de ajuda.  
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Vício: Álcool


O que é? O Alcoolismo é um vicio e/ou dependência causado pelo álcool e é considerado pela organização mundial de Saúde (OMS) uma doença. Essa dependência pode ser iniciada de forma inocente com a pessoa bebendo socialmente. Porém, tempos depois, a pessoa percebe que beber virou uma rotina em sua vida, que isso já está começando a atrapalhar as atividades e relacionamentos no seu dia a dia.Há outros fatores que influenciam como por exemplo a pessoa ter pré-disposição ao alcoolismo. Crianças e adolescentes que convivem com familiares que tem o costume de beber em excesso pode ser um desses fatores. Algumas pessoas começam a beber como uma forma de fuga, motivadas por uma decepção, frustração ou até mesmo para ajudar a absorver a pressão do dia a dia. A pessoa passa a encontrar alívio com a bebida.   Consequências do uso do Álcool O uso excessivo de bebidas alcoólicas pode afetar praticamente todos os órgãos e sistemas do organismo. O aparelho gastrintestinal é particularmente atingido. Podem ocorrer gastrites, ulceras, inflamação do esôfago, pancreatite; as lesões no fígado podem levar à cirrose. Outros aparelhos atingidos são o cardiocirculatorio (podendo ocorrer pressão alta, infarto do miocárdio), o sistema nervoso (epilepsia, lesões em nervos periféricos) e o geniturinário (impotência). Podem ocorrer também doenças devido a deficiências de vitaminas e alterações no sangue. O uso de álcool por mulheres grávidas pode levar a malformações no feto com retardo mental, malformações no coração, membros, crânio e face (síndrome fetal do álcool). Na síndrome de dependência ocorre o uso exagerado, continuo de álcool por muito tempo. Há um desejo intenso de beber e necessidade de beber quantidades cada vez maiores para obter o mesmo efeito (tolerância). As atividades da pessoa giram em torno da obtenção de bebidas, ocorrem prejuízos nas demais atividades, como falta ao trabalho, queda do rendimento no trabalho e convívio familiar. Outra característica da síndrome de dependência é a síndrome de abstinência. Ocorre em geral com a interrupção ou redução abrupta da quantidade de bebida ingerida. A síndrome de abstinência caracteriza-se por tremores, sudorese, aumento da pulsação, insônia, náusea ou vomito, ansiedade e agitação. Quando se torna mais grave surgem ainda as alucinações, em geral na forma de "visões" de animais ou fios na parede ou no ar ou da sensação de formigamento ou de bichos andando pelo corpo da pessoa. Este quadro é chamado de delirium tremens e é ainda acompanhado de febre, convulsões e confusão mental (a pessoa não consegue conversar direito, confunde objetos e pessoas, não sabe informar sobre datas ou local onde se encontra). O delirium tremens é um quadro grave e necessita de tratamento hospitalar. Com freqüência, após um delirium tremens, a pessoa desenvolve um quadro caracterizado por esquecimento de fatos que ocorreram recentemente. É denominado amnésia induzida pelo álcool ou síndrome de Korsakoff.   Tratamento Na maioria das vezes o dependente do álcool se mostra muito resistente à terapia, não assume que é dependente e que precisa de ajuda, devido a isso chegam até o psicólogo ou outro profissional através da família ou amigos na maioria das vezes numa situação muito crítica da doença. O psicólogo surge com o papel reforçador na intenção de ouvi-lo e instrui-lo a respeito de como voltar a ter um convívio normal, voltar a se relacionar e se comportar. Em muito dos casos tratados no consultório, o paciente usou o álcool como automedicação, isso contra decepções, angustia e depressão. E o álcool fez com que o paciente perdesse parte da moral e caráter que possuía, sendo assim o psicólogo irá ajuda-lo a encontrar novamente os valores que se perderam e que possa estar apto a se relacionar em sociedade. Além do tratamento de psicoterapia, combinado com ele há o tratamento com medicação, isso porque devido a abstinência pode existir prováveis convulsões os medicamentos são para evitar as mesmas. A psicoterapia desempenha papel fundamental na recuperação. Procurar buscar com o paciente os motivos que o levam a beber e auxiliar na resolução dos conflitos permitem a construção de uma personalidade mais madura, capaz de lidar com as adversidades sem precisar se refugiar na bebida.  
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