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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Agorafobia


O que é? Agorafobia é um tipo de transtorno de ansiedade, podendo estar ligado a ataques de pânico. Uma pessoa com Agorafobia geralmente tem medo de sair de um lugar que considera seguro, como por exemplo sair da sua própria casa. A ansiedade de sair de casa e ter uma crise a impede de se expor a situações, por isso o comportamento mais comum na agorafobia é a evitação, a esquiva, a fuga de situações fora de sua zona de conforto. Em alguns casos a pessoa tem medo de lugares que considera difícil de ‘escapar ou sair’, ou ainda onde a ajuda possa não estar disponível. A pessoa com Agorafobia começa então a evitar certos lugares, por exemplo, não vai mais ao cinema pois tem medo de passar mal, não sai de carro, não entra em supermercado, não entra em banco. Situações comuns que causam medo em uma pessoa com Agorafobia incluem: lugares lotados como shoppings, metrô, ônibus, elevadores, eventos e aeroportos; e lugares muito distantes ou remotos. Muitas vezes as pessoas com Agorafobia conseguem enfrentar o receio e o medo apenas se estiverem acompanhas com alguém de confiança.    Causas Atualmente não são conhecidas com precisão as causas da Agorafobia. No entanto muitas pessoas a desenvolvem depois de terem passado por uma situação que gerou um ataque de pânico, como lugares lotados ou lugares considerados como ‘não seguros’ pela pessoa como os citados acima. A partir daquela situação, o lugar ou situações similares passam a ser evitados pela pessoa. Quando novas situações parecidas estão próximas de se enfrentar, o medo aumenta abruptamente e apenas o fato de saber que vai se aproximar daquela situação já se pode desencadear um ataque de pânico. Independentemente da causa, o fato é que ela acaba sendo um limitador da qualidade de vida da pessoa, uma vez que a pessoa se desvia da interação com outras pessoas, não socializando-se e tendo problemas no trabalho.   Sintomas Medo que ficar sozinho; Sintomas físicos como falta de ar, náuseas , tontura, sudorese, aumento dos batimento cardíacos nas situações; Medo de ir a lugares muito cheios; Sentir-se extremamente ansioso por saber que a situações que causam fobias podem estar prestes a acorrem novamente; Medo de lugares muito amplos; Sentir-se ansioso por estar longe de lugares considerados seguros, como sua própria casa; Perda da confiança e baixa autoestima.   Tratamento O tratamento vai depender do caso, mas a pessoa deve procurar um psicólogo e/ou um médico psiquiatra, passando todas as informações que possam ser úteis ao diagnóstico: quais sintomas e o que geralmente os causa e em que situações; se esses medos se manifestam há muito tempo e com qual frequência; se estão afetando o seu dia a dia, etc. O tratamento, que pode incluir Psicoterapia e/ou Medicação. A Psicoterapia visa buscar mudanças na forma que o pensamento e comportamento ocorrem, reduzir o grau de ansiedade envolvido. E a Medicação visa controlar os sintomas. Dependendo do caso, o importante é não evitar as situações de receio, já que quanto maior o receio maior é a ansiedade. Técnicas de relaxamento podem ajudar no enfrentamento das situações e também para recuperar o autocontrole. Se você se identifica com as situações expostas e entende que isso tem atrapalhado o seu cotidiano, agende uma consulta. É sempre importante almejar uma melhora na qualidade de vida. Procure uma psicóloga em Maringá. 
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Esquizofrenia


O que é? A esquizofrenia caracteriza-se por uma grave desestruturação psíquica, em que a pessoa perde a capacidade de integrar suas emoções e sentimentos com seus pensamentos, podendo apresentar crenças irreais (delírios), percepções falsas do ambiente (alucinações) e comportamentos que revelam a perda do juízo crítico. A doença produz também dificuldades sociais, como as relacionadas ao trabalho e relacionamento, com a interrupção das atividades produtivas da pessoa.    Causas Hoje, após várias pesquisas que investigam a causa da esquizofrenia, sabe-se que a genética é responsável por cerca de 50% da chance de adoecer, cabendo a outra metade aos fatores ambientais.  Fatores ambientais (p. ex., complicações da gravidez e do parto, infecções, entre outros) que possam alterar o desenvolvimento do sistema nervoso no período de gestação parecem ter importância na doença. O ambiente pode influenciar o adoecimento nas etapas mais precoces do desenvolvimento cerebral, da gestação à primeira infância. É nesse período que o cérebro é mais sensível, por estar crescendo com rapidez e depender do ambiente para o aperfeiçoamento de suas funções.  A adolescência é um outro momento delicado, pois o cérebro começa a moldar-se para a vida adulta. Um processo conhecido como poda neuronal apara as arestas do desenvolvimento, que sempre gera conexões esdrúxulas ou desnecessárias. A esquizofrenia pode estar relacionada a um menor número de podas, com conexões errôneas entre os neurônios. Fatores ambientais na adolescência podem influenciar esse processo, desencadeando o primeiro surto da doença. Um fator que vem sendo relacionado a um risco maior de esquizofrenia e autismo é a idade avançada do pai no momento da concepção. A explicação para isso seria um aumento na frequência de mutações que ocorrem no momento da divisão celular para produção de espermatozóides.    Sintomas A esquizofrenia apresenta várias manifestações, afetando diversas áreas do funcionamento psíquico.  Os principais sintomas são: 1. Delírios: são idéias falsas, das quais o paciente tem convicção absoluta. Por exemplo, ele se acha perseguido ou observado por câmeras escondidas, acredita que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal. 2. Alucinações: são percepções falsas dos órgãos dos sentidos. As alucinações mais comuns na esquizofrenia são as auditivas, em forma de vozes. O paciente ouve vozes que falam sobre ele, ou que acompanham suas atividades com comentários. Muitas vezes essas vozes dão ordens de como agir em determinada circunstancia. Outras formas de alucinação, como visuais, táteis ou olfativas podem ocorrer também na esquizofrenia. 3. Alterações do pensamento: as idéias podem se tornar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. Muitas vezes o paciente tem a convicção de que seus pensamentos podem ser lidos por outras pessoas, ou que pensamentos são roubados de sua mente ou inseridos nela.  4. Alterações da afetividade: muitos pacientes tem uma perda da capacidade de reagir emocionalmente às circunstancias, ficando indiferente e sem expressão afetiva. Outras vezes o paciente apresenta reações afetivas que são incongruentes, inadequadas em relação ao contexto em que se encontra. Torna-se pueril e se comporta de modo excêntrico ou indiferente ao ambiente que o cerca. 5. Diminuição da motivação: o paciente perde a vontade, fica desanimado e apático, não sendo mais capaz de enfrentar as tarefas do dia a dia. Quase não conversa, fica isolado e retraído socialmente.  Outros sintomas, como dificuldade de concentração, alterações da motricidade, desconfiança excessiva, indiferença, podem aparecer na esquizofrenia. Dependendo da maneira como os sintomas se agrupam, é possível caracterizar os diferentes subtipos da doença. A esquizofrenia evolui geralmente em episódios agudos onde aparecem os vários sintomas acima descritos, principalmente delírios e alucinações, intercalados por períodos de remissão, com poucos sintomas manifestos.    Tratamento O tratamento da esquizofrenia visa ao controle dos sintomas e a reintegração do paciente. O tratamento da esquizofrenia requer o uso de medicamentos, psicoterapia e/ou tratamento psicossocial, bem como a conscientização da família, que absorve a maior parte das tensões geradas pela doença.  O tratamento medicamentoso é feito com remédios chamados antipsicóticos ou neurolépticos. Eles são utilizados na fase aguda da doença para aliviar os sintomas psicóticos, e também nos períodos entre as crises, para prevenir novas recaídas. A maioria dos pacientes precisa utilizar a medicação ininterruptamente para não ter novas crises. Assim o paciente deve submeter-se a avaliações médicas periódicas; o médico procura manter a medicação na menor dose possível para evitar recaídas e evitar eventuais efeitos colaterais.  A abordagem psicossociais são necessárias para promover a reintegração do paciente à família e à sociedade. Devido ao fato de que alguns sintomas (principalmente apatia, desinteresse, isolamento social e outros) podem persistir mesmo após as crises, é necessário um planejamento individualizado de reabilitação do paciente. Os pacientes necessitam em geral de psicoterapia e outros procedimentos que visem ajudá-lo a lidar com mais facilidade com as dificuldades do dia a dia.  A psicoterapia comportaental pode ser oferecida em conjunto com o tratamento psicossocial ou isoladamente. É um espaço para o paciente falar de suas angústias e dificuldades e buscar apoio e coragem para enfrentar os desafios. Pode ajudar a melhorar a auto-estima, a aceitar e compreender melhor sua doença, bem como a monitorar seus próprios sintomas.  A esquizofrenia não tem cura, mas com o tratamento adequado a pessoa pode se recuperar e voltar a viver uma vida normal.
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Ciúmes


O que é? O dicionário português da Porto Editora apresenta três definições para a palavra ciúme: “Inveja de alguém que usufrui de uma situação ou de algo que não se possui ou que se desejaria possuir em exclusividade.” “Sentimento de possessividade em relação a algo ou alguém.” “Sentimento gerado pelo desejo de conservar alguém junto de si; sentimento gerado pela suspeita da infidelidade de um parceiro.” O ciúme é uma manifestação provocada pela falta de confiança no sentimento do outro, que é transformada em medo de perder o parceiro. O ciúmes também pode adquirir um significado mais amplo, não necessariamente associado ao sentimento partilhado entre pessoas, pode ser produzido pelo apego exagerado a algum bem material não querendo partilha-los com outra pessoa. Por exemplo: ciúme dos livros, dos DVDs, do carro etc.  A pessoa ciumenta, costuma, checar o celular e as ligações recebidas do parceiro constantemente, quer saber quem enviou mensagens, que e-mails recebeu e por qual motivo, com quem falou e sobre o que, onde está e a que horas voltará, quem são os amigos e porque os têm; acha que se a pessoa se arruma para sair, mesmo que seja para o trabalho, está "se arrumando para encontrar o amante"; se há algum atraso é motivo de brigas e questionamentos intermináveis; e por mais que tente aliviar seus sentimentos, nunca estará satisfeito. A vida a dois transforma-se num verdadeiro martírio. Se usarmos o ciúmes como meio de controlar nossos parceiros, iremos afastá-los cada vez mais.   Ciúmes patológico (doentio) Existe uma diferença entre o ciúmes normal e o ciúmes patológico, o ciúmes normal seria transitório, específico e baseado em fatos reais e o patológico seria uma preocupação infundada, irracional e descontextualizada.  No ciúme patológico há o desejo inconsciente da ameaça de um rival, assim como o desejo obsessivo de controle total sobre os sentimentos e comportamentos do outro. Caracteriza-se por se exagerado, sem motivo aparente que o provoque, deixando o ciumento absolutamente inseguro e transformando-o num tremendo controlador, cerceador da liberdade do outro, podador de qualquer atividade que o parceiro queira fazer sem que ele esteja presente. Uma pessoa pode avaliar a possibilidade de ter entrado no nível de ciúmes patológico, o qual precisa de ajuda psicológica, quando ocorrem prejuízos de alguma forma, por exemplo, perde tempo em seu trabalho querendo saber por onde anda e o que a pessoa de quem sente ciumes está fazendo; liga para monitorar os passos, tal qual um detetive; perde o sono por ciúmes, acorda no meio da noite pensando “o que será que ele (ela) está fazendo?”; fica nervoso (a) quando não localizou o objeto de ciume, etc. Outro exemplo é, mesmo que a pessoa tenha ciúmes de que o namorado vá à casa da mãe dele, claro que ela não acha que ele vai ter um caso com a mãe, mas nos ciúmes patológico ela pensa que ele vai dividir o amor, que “deveria” receber com exclusividade.    O que causa o ciúmes? São varias as causas em que levam as pessoas a sentirem ciúmes. Em muitos casos tal comportamento foi aprendido com o pai ou a mãe, também ciumentos, passando a falsa ideia de que esse jeito de funcionar é o normal. Quando você vive em uma família cujas características principais são o controle, o cuidado excessivo, o zelo e preocupação com os filhos, cresce achando que assim deve ser, pois esse foi o modelo aprendido. Em outros casos, devido a relacionamentos anteriores que eram repletos de insegurança e/ou traições. Também a desvalorização de si mesmo é uma das causas mais importantes do ciúmes intenso.    Sintomas A pessoa que sente ciúmes tem, por norma, pensamentos e sentimentos negativos em relação à ameaça de perda de algo que possui e que lhe é muito importante e precioso. Juntamente com a própria emoção que é o ciúme, juntam-se várias outras emoções, igualmente poderosas: medo, ansiedade, incerteza, insegurança, desconfiança, humilhação, tristeza, desgosto, raiva, descontrole, vingança, depressão, vergonha, entre outros.    Tratamento A psicoterapia é fundamental para que se trabalhem questões profundas ligadas ao aparecimento do ciúme, geralmente envolvendo dinâmicas familiares complicadas, insegurança. O Psicólogo também analisará juntamente com o paciente a racionalidade desse ciúmes, o quanto isso está limitando a tranquilidade mental da pessoa e o que está provocando em sua vida, quanto de sofrimento psicológico ela está passando. Um outro foco do tratamento é o aumento da auto-estima da pessoa enciumada, pois quando a auto-estima está rebaixada causa a sensação de insegurança e consequentemente deixamo-nos levar pela imaginação.   
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