ESPECIALIDADES
FICOU COM DÚVIDAS? ENTRE EM CONTATO
Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
Últimas Notícias

Transtorno de Personalidade Anti-Social


Transtorno de Personalidade Anti-Social   O que é o Transtorno de Personalidade Anti-Social? Transtorno de personalidade antissocial é um tipo de condição mental crônica em que os caminhos de uma pessoa pensar, de perceber as situações e relacionar com os outros são disfuncionais e destrutivo.  Pessoas com esse transtorno tipicamente não fazem distinção entre certo e errado, muitas vezes ignoram os direitos, desejos e sentimentos dos outros. Tendem a hostilizar, manipular ou tratar as pessoas duramente ou com indiferença. Eles podem muitas vezes violar a lei, aterrissando com problemas frequentes, mas eles não mostram nenhuma culpa ou remorso. Eles podem mentir se comportam violentamente ou impulsivamente.  Por este e outros motivos, os especialistas se dividem se o transtorno seria o mesmo que a psicopatia.   Sintomas Os Sintomas do transtorno de personalidade antissocial podem começar na infância e são totalmente evidentes para a maioria das pessoas durante os seus 20 e 30 anos. Em crianças, a crueldade com os animais, o comportamento bullying, impulsividade ou explosões de raiva, isolamento social, e mau desempenho escolar podem ser, em alguns casos, os primeiros sinais da doença. Pessoas com transtorno de personalidade antissocial tem um comportamento específico, que leva em conta os sentimentos das outras pessoas. Veja, a seguir os principais sintomas desse transtorno: - Desconsideração por o que é certo ou errado; - Uso persistente de mentiras e fraudes para explorar os outros; - Uso de charme ou sagacidade para manipular os outros em prol de si mesmo; - Egocentrismo, senso de superioridade, vaidade e exibicionismo; - Dificuldades recorrentes com a lei; - Abuso ou negligência com crianças; - Hostilidade, irritabilidade significativa, agitação, impulsividade, agressão ou violência; - Ausência de empatia com as outras pessoas e de remorso por prejudicar os outros; - Comportamentos perigosos; - Relacionamentos pobres ou abusivos; - Comportamento irresponsável no trabalho Dificuldade em aprender com as consequências negativas de seu comportamento;    Causas – Genética. Estas tendências herdadas são aspectos da personalidade de uma pessoa repassados pelos pais, tais como timidez ou ter uma perspectiva positiva. Isso às vezes é chamado temperamento. – Ambiente. Isso significa que o ambiente de uma pessoa cresce em eventos que ocorreram, e as relações com os membros da família e outros.   Tratamento O tratamento do transtorno de personalidade no geral engloba psicoterapia. Medicamentos podem ser usados no tratamento de comorbidades, como depressão e ansiedade, mas não existem medicamentos indicados apenas para o tratamento desse tipo de transtorno. Em geral, para o transtorno de personalidade antissocial, mudanças comportamentais são muito importantes. Por isso mesmo terapia comportamental é importante nesses casos. No entanto, o tratamento do transtorno de personalidade antissocial é o mais difícil de ser tratado. As pessoas com esse transtorno tendem a usar a terapia como uma forma de evitar consequências negativas para se comportamento ilegal ou negligente ou para evitar as responsabilidades de seus atos. Além disso, identificar desde cedo que a criança tem traços de personalidade antissocial pode ajudar no tratamento precoce do transtorno de conduta, evitando que ele evolua para transtorno de personalidade antissocial, ou pelo menos impedindo o problema de ser tão grave.  
LEIA MAIS

Esquizofrenia


O que é? A esquizofrenia caracteriza-se por uma grave desestruturação psíquica, em que a pessoa perde a capacidade de integrar suas emoções e sentimentos com seus pensamentos, podendo apresentar crenças irreais (delírios), percepções falsas do ambiente (alucinações) e comportamentos que revelam a perda do juízo crítico. A doença produz também dificuldades sociais, como as relacionadas ao trabalho e relacionamento, com a interrupção das atividades produtivas da pessoa.    Causas Hoje, após várias pesquisas que investigam a causa da esquizofrenia, sabe-se que a genética é responsável por cerca de 50% da chance de adoecer, cabendo a outra metade aos fatores ambientais.  Fatores ambientais (p. ex., complicações da gravidez e do parto, infecções, entre outros) que possam alterar o desenvolvimento do sistema nervoso no período de gestação parecem ter importância na doença. O ambiente pode influenciar o adoecimento nas etapas mais precoces do desenvolvimento cerebral, da gestação à primeira infância. É nesse período que o cérebro é mais sensível, por estar crescendo com rapidez e depender do ambiente para o aperfeiçoamento de suas funções.  A adolescência é um outro momento delicado, pois o cérebro começa a moldar-se para a vida adulta. Um processo conhecido como poda neuronal apara as arestas do desenvolvimento, que sempre gera conexões esdrúxulas ou desnecessárias. A esquizofrenia pode estar relacionada a um menor número de podas, com conexões errôneas entre os neurônios. Fatores ambientais na adolescência podem influenciar esse processo, desencadeando o primeiro surto da doença. Um fator que vem sendo relacionado a um risco maior de esquizofrenia e autismo é a idade avançada do pai no momento da concepção. A explicação para isso seria um aumento na frequência de mutações que ocorrem no momento da divisão celular para produção de espermatozóides.    Sintomas A esquizofrenia apresenta várias manifestações, afetando diversas áreas do funcionamento psíquico.  Os principais sintomas são: 1. Delírios: são idéias falsas, das quais o paciente tem convicção absoluta. Por exemplo, ele se acha perseguido ou observado por câmeras escondidas, acredita que os vizinhos ou as pessoas que passam na rua querem lhe fazer mal. 2. Alucinações: são percepções falsas dos órgãos dos sentidos. As alucinações mais comuns na esquizofrenia são as auditivas, em forma de vozes. O paciente ouve vozes que falam sobre ele, ou que acompanham suas atividades com comentários. Muitas vezes essas vozes dão ordens de como agir em determinada circunstancia. Outras formas de alucinação, como visuais, táteis ou olfativas podem ocorrer também na esquizofrenia. 3. Alterações do pensamento: as idéias podem se tornar confusas, desorganizadas ou desconexas, tornando o discurso do paciente difícil de compreender. Muitas vezes o paciente tem a convicção de que seus pensamentos podem ser lidos por outras pessoas, ou que pensamentos são roubados de sua mente ou inseridos nela.  4. Alterações da afetividade: muitos pacientes tem uma perda da capacidade de reagir emocionalmente às circunstancias, ficando indiferente e sem expressão afetiva. Outras vezes o paciente apresenta reações afetivas que são incongruentes, inadequadas em relação ao contexto em que se encontra. Torna-se pueril e se comporta de modo excêntrico ou indiferente ao ambiente que o cerca. 5. Diminuição da motivação: o paciente perde a vontade, fica desanimado e apático, não sendo mais capaz de enfrentar as tarefas do dia a dia. Quase não conversa, fica isolado e retraído socialmente.  Outros sintomas, como dificuldade de concentração, alterações da motricidade, desconfiança excessiva, indiferença, podem aparecer na esquizofrenia. Dependendo da maneira como os sintomas se agrupam, é possível caracterizar os diferentes subtipos da doença. A esquizofrenia evolui geralmente em episódios agudos onde aparecem os vários sintomas acima descritos, principalmente delírios e alucinações, intercalados por períodos de remissão, com poucos sintomas manifestos.    Tratamento O tratamento da esquizofrenia visa ao controle dos sintomas e a reintegração do paciente. O tratamento da esquizofrenia requer o uso de medicamentos, psicoterapia e/ou tratamento psicossocial, bem como a conscientização da família, que absorve a maior parte das tensões geradas pela doença.  O tratamento medicamentoso é feito com remédios chamados antipsicóticos ou neurolépticos. Eles são utilizados na fase aguda da doença para aliviar os sintomas psicóticos, e também nos períodos entre as crises, para prevenir novas recaídas. A maioria dos pacientes precisa utilizar a medicação ininterruptamente para não ter novas crises. Assim o paciente deve submeter-se a avaliações médicas periódicas; o médico procura manter a medicação na menor dose possível para evitar recaídas e evitar eventuais efeitos colaterais.  A abordagem psicossociais são necessárias para promover a reintegração do paciente à família e à sociedade. Devido ao fato de que alguns sintomas (principalmente apatia, desinteresse, isolamento social e outros) podem persistir mesmo após as crises, é necessário um planejamento individualizado de reabilitação do paciente. Os pacientes necessitam em geral de psicoterapia e outros procedimentos que visem ajudá-lo a lidar com mais facilidade com as dificuldades do dia a dia.  A psicoterapia comportaental pode ser oferecida em conjunto com o tratamento psicossocial ou isoladamente. É um espaço para o paciente falar de suas angústias e dificuldades e buscar apoio e coragem para enfrentar os desafios. Pode ajudar a melhorar a auto-estima, a aceitar e compreender melhor sua doença, bem como a monitorar seus próprios sintomas.  A esquizofrenia não tem cura, mas com o tratamento adequado a pessoa pode se recuperar e voltar a viver uma vida normal.
LEIA MAIS

Síndrome de Burnout


O QUE É? Nos dias de hoje, é comum conhecer alguém que sofre com constante crises de estresse, mas quero falar aqui de um estresse que é gerado pelas condições desfavoráveis no trabalho, que vem deixando cada vez mais pessoas adoecidas, ocasionado muitas vezes, pela má administração das empresas, chefes abusivos, autoritário e que não respeitam seus funcionários, ambiente laboral em más condições, funcionários com sobrecarga de tarefas e funções, rotina exaustante, dentre diversos outros fatores. A Síndrome de Burnout também é conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional. O termo Burnout foi criado pelo psicanalista Herbet Freudenberger em 1974 para descrever o adoecimento que ele observou em si mesmo e em seus colegas no ambiente de trabalho.
Essa doença é causada por vários fatores, ocorrendo principalmente em indivíduos que se sentem exaustos psicologicamente, emocionalmente e fisicamente, devido ao estresse excessivo provocado pelo trabalho. Como consequência, essas pessoas acabam tendo uma vida profissional desgastante, sobrecarregada, com pouco tempo livre, muitos deveres e poucos prazeres.
Essa síndrome é muito comum em profissionais que tem que lidar com pressão e responsabilidades constantes.

SINTOMAS
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, palpitação, ataques de pânico, isolamento, desânimo, mudanças de humor, irritabilidade, baixa autoestima, depressão, ansiedade, lapsos de memória, dificuldade de concentração, mau humor, dores musculares, insônia, pressão alta, diminuição no rendimento, desorganização, erros constantes, diminuição do entusiasmo e prazer pelas coisas, ganho ou perda de peso, bruxismo (ranger dentes durante o sono), restless legs (pernas intranquilas), olheiras, diminuição da libido, distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares.
Quando o paciente com Síndrome de Burnout faz o tratamento de forma adequada podem surgir sinais de melhora, como maior rendimento no trabalho, maior confiança, diminuição dos sintomas apresentados. Porém, quando o paciente não faz o tratamento, sinais de piora podem surgir, como a perda total da motivação em relação ao emprego, faltas frequentes, desenvolvimento dos sintomas de forma mais avançada.

TRATAMENTO
O tratamento inclui Psicoterapia e dependendo do caso, uso de antidepressivos. Além disso, faz-se necessário uma mudança na rotina do paciente, atividades físicas, dormir e alimentar-se bem, manter uma vida social satisfatória, e exercícios de relaxamento devem entrar para a lista, pois, ajudam a controlar e aliviar os sintomas.
O tratamento psicológico é muito importante para quem possui a Síndrome de Burnout, pois o psicoterapeuta ajuda o paciente a encontrar estratégias para combater o estresse, ajudando a aprofundar seu autoconhecimento e a ganhar mais segurança no seu trabalho.
LEIA MAIS
Precisa de ajuda?
Então esta esperando o que? Agende um horário!