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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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TDHA- Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade


O que é? O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), é um transtorno neurobiológico, que atinge várias partes do cérebro, causando falta de atenção, desinteresse, inquietude, impulsividade.  Geralmente aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Vale ressaltar que esse transtorno não é adquirido, o indivíduo nasce com o mesmo e com o tempo os sintomas vão aparecendo.    Causas Existem pesquisas por todo o mundo, onde procuram saber a causa do desenvolvimento de TDHA, a maioria dessas pesquisas apontaram que as causas do TDHA são multifatoriais, entre eles a base orgânica neurológica, a hereditariedade, o que é ingerido durante a gravidez, sofrimento fetal, problemas familiares, e até mesmo a exposição ao chumbo poderá causar no bebê a probabilidade maior de desenvolver esse transtorno, entre outros.   Sintomas Os sintomas podem ser identificados na infância, muitas vezes os pais, professores, identificam a falta de interesse expressiva da criança, falta de atenção nas atividades desenvolvidas, inquietude e a impulsividade.  A pessoa pode ter três diferentes graus de TDAH: Leve: Poucos sintomas estão presentes além daqueles necessários para fazer o diagnóstico, e os sintomas resultam em não mais do que pequenos prejuízos no funcionamento social, acadêmico ou professional Moderada: Sintomas ou prejuízo funcional entre “leve” e “grave” estão presentes Grave: Muitos sintomas além daqueles necessários para fazer o diagnóstico estão presentes, ou vários sintomas particularmente graves estão presentes, ou os sintomas podem resultar em prejuízo acentuado no funcionamento social ou profissional. O DSM-5 tem alguns critérios que definem o diagnóstico de uma criança ou adulto com TDAH. Em primeiro lugar, é necessário que a pessoa apresente um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade-impulsividade que interfira no funcionamento e no desenvolvimento. Para tanto, ela precisa apresentar sintomas destes dois aspectos. Sintomas comuns de desatenção: -Deixar de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em atividades escolares, de trabalho ou durante outras atividades; -Ter dificuldade de manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas; -Não escutar quando lhe dirigem a palavra; -Não seguir instruções e não termina deveres de casa, tarefas domésticas ou tarefas no local de trabalho; -Ter dificuldade para organizar tarefas e atividades; -Evitar, não gostar ou relutar em se envolver em tarefas que exijam esforço mental prolongado (tarefas escolares, deveres de casa, preparo de relatórios etc.); -Perder objetos necessários às tarefas ou atividades; -Ser facilmente distraído por estímulos externos (para adolescentes mais velhos e adultos pode incluir pensamentos não relacionados); -Ser esquecido em relação a atividades cotidianas.; Sintomas comuns de hiperatividade e impulsividade: =Remexer ou batucar mãos e pés ou se contorcer na cadeira; - Levantar da cadeira em sala de aula ou outras situações nas quais se espera que permaneça sentado (sala de aula, escritório, etc.); -Correr ou subir nas coisas, em situações onde isso é inapropriado ou, em adolescentes ou adultos, ter sensações de inquietude; -Ser incapaz de brincar ou se envolver em atividades de lazer calmamente; -Não conseguir ou se sentir confortável em ficar parado por muito tempo, em restaurantes, reuniões, etc; -Falar demais; -Não conseguir aguardar a vez de falar, respondendo uma pergunta antes que seja terminada ou completando a frase dos outros; -Ter dificuldade de esperar a sua vez; -Interrompe ou se intrometer em conversas e atividades, tentar assumir o controle do que os outros estão fazendo ou usar coisas dos outros sem pedir; Em geral, é preciso que a criança apresente seis ou mais desses sintomas por mais de seis meses antes de ser feito o diagnóstico. Já em adultos ou adolescentes (com mais de 17 anos), é preciso apresentar apenas cinco destes sintomas.   Tratamento Apesar desta complexidade, há diversas alternativas de tratamento, que podem aliviar os sintomas, melhorando muito a qualidade de vida. Mesmo que não possa ser "curado", o TDAH pode e deve ser bem gerenciado.  O tratamento do TDAH requer uma abordagem multidisciplinar, com vários profissionais da saúde, como médicos, neurologistas, psicólogos e psiquiatras.  A Psicoterapia Comportamental tem sido um tratamento bastante eficaz na reversão dos sintomas do Distúrbio de déficit de atenção e hiperatividade. Por meio da Psicoterapia Comportamental, o cliente irá encontrar maneiras de redirecionar sua atenção, mudar o modo de como se sente, aprender estratégias de resolução de problemas, monitorias, controle de tempo e de raiva, assim como controle de agressividade.     
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TOC - Transtorno Obsessivo Compulsivo


O QUE É TOC?
O TOC é um transtorno mental caracterizado pela presença de obsessões, compulsões ou ambas. As obsessões são pensamentos, imagens ou impulsos que vem à mente da pessoa causando acentuada ansiedade ou desconforto independente da vontade do indivíduo. Muitas vezes a pessoa percebe que suas ideias não tem sentido, mas mesmo assim não consegue evitar de pensá-las. Como resposta a esse desconforto, o indivíduo executa rituais ou compulsões com intenção de afastar ameaças ou aliviar algum desconforto. Se a pessoa não executa o ato compulsivo ela fica muito ansiosa.
Apenas uma mania não indica necessariamente que a pessoa sofra da doença. O que caracteriza o TOC são obsessões ou compulsões recorrentes, que consomem tempo e causam sofrimento à pessoa. Quando estes atos ao invés de ajudar ao indivíduo passam a tomar muito tempo do dia e a interferir negativamente na rotina da pessoa, tornam-se doenças. É importante analisar se os tais hábitos repetidos comprometem o rendimento, já que o tempo de trabalho, por exemplo, é gasto com as manias ou com os pensamentos que as envolvem.

SINTOMAS
O TOC pode ser identificado em indivíduo que tem compulsões frequentes como lavar as mãos várias vezes ao longo do dia, medo exagerado de se contaminar, gerando preocupações excessivas com limpeza e higiene pessoal, verificar se a porta está trancada revisando tal ato repetidas vezes, executar minuciosamente uma série pré-programada de atos, questionar uma informação repetidamente para ver se está correta, ficar aflito por que as roupas não estão bem arrumadas no guarda-roupa, separadas por cor ou posicionados simetricamente, não passar em certos lugares com receio de que algo de ruim possa acontecer, com isso os indivíduos que tem esse transtorno procuram evitar o contado com determinados locais (por exemplo, banheiros públicos, hospitais, cemitérios), objetos que outras pessoas tocam (dinheiro, telefone público, maçanetas) ou até mesmo pessoas (mendigos, pessoas com algum ferimento) como forma de obter alívio dos seus medos e preocupações. Em geral, os rituais  se desenvolvem nas áreas da limpeza, checagem ou conferência, contagem, organização, simetria, colecionismo, e podem variar ao longo da evolução da doença. Esses são alguns dos exemplos de sintomas característicos desse transtorno.
Vale ressaltar que, para que seja estabelecido o diagnóstico de TOC  é necessário que as obsessões ou compulsões consumam um tempo razoável (por exemplo, tomam mais de uma hora por dia) ou causem desconforto, comprometendo a vida social, ocupacional, acadêmica ou outras áreas importantes do funcionamento do indivíduo.

CAUSAS
A causa mais comum é a genética, quando alguém da família sofre ou sofreu desse tipo de transtorno, é comum verificar outras pessoas com o mesmo transtorno ou parecido. Estudos apontam para uma anomalia multifatorial devido um problema de comunicação em algumas áreas do cérebro ligadas à serotonina. Fatores psicológicos também estão entre as possíveis causas desse distúrbio de ansiedade. Como muitas das causas do TOC ainda são desconhecidas, não é possível falar de uma cura definitiva deste transtorno. No entando, existem tratamentos que podem amenizar os seus sintomas ou mesmo facilitar o convívios com eles, como é o caso da psicoterapia.

TRATAMENTO
O tratamento do transtorno obsessivo compulsivo envolve a combinação de medicamentos e psicoterapia. A psicoterapia mais estudada é a terapia comportamental, através da qual o paciente é estimulado a controlar seus pensamentos obsessivos e rituais compulsivos, auxiliando também o paciente a lidar com as situações de ansiedade que agravam a doença.
O percurso desse transtorno evolui com períodos de melhora e piora e com o tratamento adequado há um controle satisfatório dos sintomas.   
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Anorexia


O que é? A anorexia é um distúrbio alimentar que provoca perda de peso acima do que é considerado saudável para a idade e altura. Pessoas com anorexia podem ter um medo intenso de ganhar peso, mesmo quando estão abaixo do peso normal. Elas podem abusar de dietas ou exercícios, ou usar outros métodos para emagrecer. O paciente no geral enxerga seu corpo de maneira distorcida (em geral, muito acima do peso) e, a partir daí, leva a atitudes de risco, como dietas restritivas, abuso de exercícios físicos, indução de vômito para expulsar as refeições e até mesmo uso de medicamentos como laxantes. Isso pode levar a um quadro de ansiedade, já que a pessoa está sempre preocupada na maneira como ela vai perder peso rapidamente.   Causas Acredita-se que fatores biológicos, psicológicos e ambientais estejam envolvidas nas causas possíveis para a doença. A Anorexia é um distúrbio muito comum entre adolescentes, principalmente por conta da pressão social existente nessa fase da vida e todas as mudanças que ocorrem no corpo e na mente. Entretanto, pessoas de todas as idades podem desenvolver o problema, sendo considerado raro somente em indivíduos acima dos 40.   Sintomas A perda de peso impulsionada pelo transtorno é extremamente perigosa. Pode provocar baixas na imunidade, enfraquecimento dos músculos e dos ossos, interrupção da menstruação, arritmia cardíaca e convulsões. O quadro chega a ser inclusive fatal em 15% dos casos. Algum dos sintomas da Anorexia são: Preocupação excessiva com a dieta; Perda de peso acentuada; Medo extremo de engordar; Redução da libido; Ausência de menstruação por três ou mais ciclos; Prática exagerada de exercícios físicos; Usar comprimidos para urinar (diuréticos), evacuar (enemas e laxantes).; Ir ao banheiro imediatamente após as refeições; Recusar-se a manter o peso que é considerado normal ou aceitável para sua idade e altura (geralmente, pessoas com anorexia estão no mínimo 15% abaixo do peso normal); Pensamento confuso ou lento, junto com memória ou julgamento deficientes; Depressão; Boca seca; Extrema sensibilidade ao frio (vestir várias camadas de roupas para ficar aquecido); Perda de resistência óssea; Desgaste dos músculos e perda de gordura corporal.   Tratamento O maior desafio no tratamento da anorexia é fazer a pessoa reconhecer que tem uma doença. A maioria das pessoas com anorexia nega que tem um distúrbio alimentar. Em geral, as pessoas somente começam um tratamento quando a doença já atingiu seu estado grave. O tratamento é multidisciplinar, ou seja, envolve uma equipe composta de médico, psicólogo e nutricionista. O primeiro objetivo é recuperar os quilos perdidos em ritmo seguro a fim de restabelecer a saúde. Diferentes tipos de psicoterapias são usadas para tratar de pessoas com anorexia, mas a terapia comportamental mostra-se bem-sucedida neste sentido. A psicoterapia comportamental, irá trabalhar a auto-estima do paciente, sua forma de enxergar o próprio corpo, sua relação com a comida, trabalhando junto com o paciente para que haja mudanças de pensamentos e comportamentos.    Prevenção Encorajar atitudes saudáveis e realistas em relação ao peso e à dieta podem ajudar. Cultive sempre a ideia de um corpo saudável com seu filho ou filha, independentemente da silhueta ou do peso  
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