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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Comportamento Passivo


O que é? O comportamento passivo significa a não expressão de sentimentos, necessidades, direitos e opiniões próprias. Um dos objetivos do comportamento passivo é de evitar conflitos e conseguir agradar aos outros a todo o custo. Alguma vez você já sentiu culpa por dizer não ao pedido de alguém? Deixou de reivindicar um direito seu, como por exemplo. não cobrar um dinheiro que lhe deviam? Não colocou suas vontades e necessidades em primeiro lugar? Pois bem, esses são alguns exemplos de comportamentos passivos, que, acabam fazendo mal a saúde emocional do indivíduo. Muitas das pessoas passivas são vistas como "o bonzinho", e por não se manifestarem, em algum momento acabam sendo abusados ou explorados por isso.  Na maioria dos casos, por trás de atitudes passivas, existem medos de não ser aceito, aprovado, amado, dentre outras preocupações.    Características de uma pessoa passiva Necessidade de agradar a todos, com isso acabam cedendo com facilidade a pedidos de outras pessoas e fazendo muitas vezes coisas que não querem fazer; Tendência a evitar conflitos a qualquer custo; Dificuldade para tomar decisões; Dificuldade para assumir responsabilidades; Hábito de ficar sempre na zona de conforto; Medo de se arriscar, perdendo diversas oportunidades; Dificuldade para lidar com desafios e pressão; Tendência a desenvolver alguma dependência emocional; Não defendem os seus direitos; Muitas das pessoas são tímidas, quase não falam, quando falam se expressam em um tom de voz muito baixo, caguejam ou ficam com a voz trêmula.    Consequências em agir passivamente Há muitas consequências em agir passivamente, principalmente as doenças psicossomáticas.  Cito aqui alguma das consequências mais comuns que vejo em pacientes com esse estilo de comportamento: Perca contínua da auto-estima, tensões internas crescentes causando stress, irritação, dores de cabeça, dores no corpo, gastrite e até depressão. Existem alguns efeitos positivos imediatos do comportamento passivo, mas os efeitos negativos são mais agravantes, e prejudicam a saúde física e emocional da pessoa.   Tratamento Para corrigir o comportamento passivo, é preciso desenvolver um outro estilo de comportamento: o chamado comportamento assertivo. Uma pessoa assertiva sabe se comunicar de forma segura e passar sua mensagem sem manipular os outros. Uma das principais características de uma pessoa com comportamento assertivo é a habilidade de dizer “sim’ quando esta for a resposta mais adequada, mas também ser capaz de dizer “não” sempre que necessário. A pessoa não tem a necessidade de agradar, ser aprovada e reconhecida por todos, pois reconhece seu potencial e sabe lidar com suas fraquezas e limitações sem se sentir inferior. Obviamente, as pessoas que adotam um comportamento assertivo são as que têm maiores chances de sucesso em todas as áreas de suas vidas Na psicoterapia comportamental você irá aprender técnicas para desenvolver o comportamento assertivo, se expressar melhor, e melhorar seu relacionamento interpessoal.  Procure uma psicóloga em Maringá.
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Vício: Jogos de azar


O que é vício em jogos de azar? O jogo é um dos vícios que mais pode causar prejuízo as pessoas pois vem junto com a ilusão de dinheiro fácil e pode levar rapidamente o indivíduo à ruína financeira. As probabilidades nunca estão a favor do viciado em jogos. Como existem diferentes tipos de jogo, existem também diferentes tipos de vício em jogos. Jogos de azar não estão restritos a máquinas caça-níqueis, jogos de cartas e cassinos. A loteria, jogo do bicho, entrar em uma rifa ou fazer uma aposta com um amigo também são formas de jogo. Para a psicologia, todos podem se tornar viciados em jogos, pois, a dependência é um transtorno psiquiátrico e, por isso, pode acometer qualquer pessoa. Dessa forma, é importante esclarecer os limites entre o jogador normal e o patológico”.   Normal X Patológico Um jogador de cartas considerado normal é aquele que joga apenas pelo prazer de estar entre os amigos, por exemplo. Ele não aposta valores e se o faz, coloca números meramente simbólicos. O jogador normal joga recreativamente, divertindo-se. Tais jogos ocorrem esporadicamente, aos domingos, churrasquinhos com amigos, jantar da empresa. Por outro lado, o jogador patológico é aquele que precisa jogar quase ou todos os dias, e na impossibilidade de jogar o jogo na vida real, busca versões virtuais para que possa amenizar a fissura da falta do jogo. O jogador patológico não joga por recreação e, sim, por compulsão. Há sempre dinheiro envolvido nas apostas, e dependendo do grau da patologia, o jogador vai apostando os bens que lhe resta.  O azar também atinge a família do apostador. Ocorre que a família só vai perceber os efeitos do jogo patológico quando o jogador já estiver em um estágio avançado da doença. Assim, quando a família sentir os efeitos da patologia, pode ser tarde. E os efeitos são devastadores. A família pode começar a perceber mudanças no comportamento financeiro do jogador. Em casos mais graves, ele vende o carro, a casa e a família se vê, além de desabrigada, endividada.   Causas Muitos fatores podem contribuir para o vício em jogos, incluindo o desespero por dinheiro, o desejo de experimentar emoções fortes, o status social associado a ser um jogador bem sucedido e a atmosfera divertida da cena de jogos de azar. Infelizmente, uma vez que um vício de jogo toma forma, quebrar o ciclo é difícil. Vícios severos podem tomar conta quando alguém se sente desesperado financeiramente e quer recuperar o que eles perderam. Uma vez que a pessoa finalmente ganhar, raramente é suficiente para cobrir o que já foi perdido. A maioria dos jogadores nem sequer chegam perto de repor o mínimo que “investiram” no jogo.    Sintomas Os sinais de um problema de jogo são muitas vezes os mesmos que os sinais de outros vícios. Os sinais comuns de dependência incluem: •Sentir a necessidade de esconder a prática de jogos de azar; •Ter problemas para controlar os hábitos de jogo; •Jogar quando você não pode se dar ao luxo de gastar; •Seus amigos e familiares expressam preocupação com seus hábitos de jogo; •Como com qualquer outro vício, o sinal de um problema de jogo é que você sente que não pode e não consegue parar. Se você sente que precisa tentar mais uma vez, ou se sente ansiedade quando pensa em desistir, é altamente provável que esteja sofrendo de um vício em jogos de azar; •A pessoa tende a fazer apostas arriscadas para experimentar a emoção associada com a tomada de grandes riscos; •Muitos jogadores acabam se voltando para outros tipos de vícios, como álcool, drogas, para aliviar a ansiedade provocada pela vida de jogos; •Estas patologias também vêm, normalmente, associadas com uma disfunção social que faz o paciente perder qualquer interesse na suas obrigações sociais, tornando-se insensível aos sentimentos das outras pessoas. •Ansiedade; •Depressão; •Enxaqueca; •Sentimentos de culpa e vergonha; •Isolamento social; •Ataques cardíacos; •Pensamentos e tendências suicidas; •Insônia; •Tensão muscular; •Oscilações de humor.   Tratamento Se você ou um ente querido quiser parar de jogar, mas não sabe por onde começar, é importante procurar a ajuda profissional de um psicólogo para o pontapé inicial.  Embora o jogo não possa ser tratado diretamente com medicações, é possível aliviar a ansiedade e a depressão que resulta do jogo. Com o psicólogo, principalmente na terapia comportamental, é possível adotar mudanças de comportamento que ajudam na melhora do vício. Parar de jogar não é tarefa fácil, mas é algo que pode ser feito com a ajuda de um grupo de apoio e um programa de tratamento. Pode ser difícil começar o caminho para a recuperação sem a assistência de profissionais que ajudem as pessoas através do processo. Amigos e familiares são vitais para uma recuperação completa, mas eles podem não saber como melhor ajudá-lo. A prática do jogo patológico também pode ser resultado de um mecanismo de defesa chamado “fuga”. Se esse for o caso, primeiro, é preciso que o jogador identifique do que se está fugindo ou tentando fugir. A patologia do vicio em jogos assemelha-se ao uso de drogas, pois, embora ele saiba que lhe faz mal, ele volta usar mais um pouco com a fantasiosa ideia “a hora que eu quiser eu paro!” Portanto, assim como na dependência química o tratamento é possível. Mas somente é possível quando o jogador patológico reconhece que está enrolado em uma teia de aranha que ele mesmo teceu e que para sair dessa teia ele precisa de ajuda.  
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Ansiedade


O que é Ansiedade? Vivemos atualmente uma epidemia de casos de ansiedade. O ritmo frenético de vida, aliado a predisposição individual resulta em uma parcela significativa da população com sintomas ansiosos e perda de qualidade de vida. A ansiedade é um processo físico e mental ativado em situações de medo, receio, diante do desconhecido e em momentos de tensão emocional. Ela pode ser NORMAL ou PATOLÓGICA. A ansiedade é algo que faz com que as pessoas entrem em ação, mas em excesso ela pode se tornar patológica, ou seja, um estímulo que ao invés de beneficiar, acaba prejudicando a pessoa.   Ansiedade Normal Trata-se de um sentimento de receio, aflição, com algumas alterações físicas. Os sintomas são autolimitados, direcionados a uma situação peculiar e são proporcionais ao risco envolvido. Todo mundo se sente ansioso em situações como: dia do casamento, tentativa de assalto, montanha russa, entrevista de emprego, apresentação importante, etc. A ansiedade NORMAL ajuda o ser humano, cria um ambiente cognitivo para tomada rápida de decisões.   Ansiedade Patológica  Ela se torna doença quando passa a ser direcionada a situações comuns do dia-a-dia, ou quando é uma resposta absolutamente desproporcional ao risco. Seja como for, a doença é definida quando surge impacto na qualidade de vida da pessoa. Esse tipo de ansiedade limita a percepção e dificulta a tomada de decisões, evoluindo com restrição social e impactando negativamente diversos aspectos da vida da pessoa. Podemos tomar como exemplo, uma pessoa que não dirige o carro porque fica extremamente ansiosa com a  simples ideia de dirigir, nesse caso a ansiedade é prejudicial à pessoa. Como podemos perceber o que diferencia a Ansiedade Normal da Patológica é a INTENSIDADE e os impactos na funcionalidade do indivíduo.    O que causa a ansiedade?  A causa é complexa e varia de caso a caso. Existe uma predisposição genética, nestes casos, as manifestações podem ser bastante precoces, sendo a pessoa desde cedo uma criança agitada, às vezes hiperativa, que chora com facilidade e às vezes até com dificuldade de dormir. Mas vários fatores ambientais também podem determinar ou descompensar os sintomas. O ritmo de vida, os ambientes, o tipo de criação e a presença de traumas pontuais podem culminar na amplificação da ansiedade normal e iniciar a doença propriamente dita.    Sintomas O corpo fica tenso, existe uma necessidade de se movimentar fisicamente (mexer pés ou mãos e inquietação em geral), a respiração fica mais acelerada e o pensamento fica agitado (muitas ideias passam pela cabeça de forma acelerada). Algumas vezes a cabeça fica confusa e não se sabe direito o que se quer. Sintomas físicos: Taquicardia, falta de ar, tremores, dor no peito, fome, dor no estômago, diarreia, tensão muscular, boca seca, roer as unhas, dor de cabeça, calafrio, vertigem, mãos suadas, disfunção alimentar (engordar ou emagrecer), etc. Sintomas psíquicos: Angústia, medo excessivo ou irracional (como medo de animais, de elevador, de avião), fobias, perfeccionismo, irritabilidade, nervosismo, intolerância, insônia, sensação de morte iminente, dificuldade de falar em público, pânico, etc.   Tratamento Quando a Ansiedade é elevada ou intensa e o indivíduo não mais a controla e percebe que sua vida está sendo prejudicada pelos sintomas da ansiedade, ele precisa de um tratamento psicoterapêutico e/ou medicamentoso. A combinação de Psicoterapia e medicamento, muitas vezes é o modelo ideal de tratamento para a ansiedade, o medicamento vem para amenizar os sintomas enquanto a psicoterapia vai trabalhar as causas e os motivos pelos quais a pessoa se tornou ansiosa. A Psicoterapia é uma opção de tratamento muito aconselhada. É um encontro com uma pessoa especializada, onde o paciente fala sobre seus sentimentos, ansiedades, preocupações, etc.  O primeiro ponto a ser abordado durante a psicoterapia, é o de ampliar a consciência do paciente a respeito de sua postura perante os problemas da vida diária, ou seja, como ele está dando conta da vida, o que ele faz em relação às demandas que a vida lhe impõe. Dessa forma a pessoa pode perceber onde ela pode estar errando ao lidar com esses problemas e como ela pode estar fazendo de coisas mínimas uma grande catástrofe em sua vida. Revertendo esse tipo de pensamento, a pessoa passa a ter recursos eficazes para lidar com a ansiedade, encontrando novas maneiras de ver e enfrentar determinadas situações, fazendo com que o paciente sinta menos ansioso, além de aprender técnicas para diminuir a ansiedade. Grande parte das pessoas que seguem o tratamento citado acima, em poucas semanas sentem uma melhora significativa e retornam a suas atividades diárias.  
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