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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Síndrome de Burnout


O QUE É? Nos dias de hoje, é comum conhecer alguém que sofre com constante crises de estresse, mas quero falar aqui de um estresse que é gerado pelas condições desfavoráveis no trabalho, que vem deixando cada vez mais pessoas adoecidas, ocasionado muitas vezes, pela má administração das empresas, chefes abusivos, autoritário e que não respeitam seus funcionários, ambiente laboral em más condições, funcionários com sobrecarga de tarefas e funções, rotina exaustante, dentre diversos outros fatores. A Síndrome de Burnout também é conhecida como Síndrome do Esgotamento Profissional. O termo Burnout foi criado pelo psicanalista Herbet Freudenberger em 1974 para descrever o adoecimento que ele observou em si mesmo e em seus colegas no ambiente de trabalho.
Essa doença é causada por vários fatores, ocorrendo principalmente em indivíduos que se sentem exaustos psicologicamente, emocionalmente e fisicamente, devido ao estresse excessivo provocado pelo trabalho. Como consequência, essas pessoas acabam tendo uma vida profissional desgastante, sobrecarregada, com pouco tempo livre, muitos deveres e poucos prazeres.
Essa síndrome é muito comum em profissionais que tem que lidar com pressão e responsabilidades constantes.

SINTOMAS
Dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, palpitação, ataques de pânico, isolamento, desânimo, mudanças de humor, irritabilidade, baixa autoestima, depressão, ansiedade, lapsos de memória, dificuldade de concentração, mau humor, dores musculares, insônia, pressão alta, diminuição no rendimento, desorganização, erros constantes, diminuição do entusiasmo e prazer pelas coisas, ganho ou perda de peso, bruxismo (ranger dentes durante o sono), restless legs (pernas intranquilas), olheiras, diminuição da libido, distúrbios gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares.
Quando o paciente com Síndrome de Burnout faz o tratamento de forma adequada podem surgir sinais de melhora, como maior rendimento no trabalho, maior confiança, diminuição dos sintomas apresentados. Porém, quando o paciente não faz o tratamento, sinais de piora podem surgir, como a perda total da motivação em relação ao emprego, faltas frequentes, desenvolvimento dos sintomas de forma mais avançada.

TRATAMENTO
O tratamento inclui Psicoterapia e dependendo do caso, uso de antidepressivos. Além disso, faz-se necessário uma mudança na rotina do paciente, atividades físicas, dormir e alimentar-se bem, manter uma vida social satisfatória, e exercícios de relaxamento devem entrar para a lista, pois, ajudam a controlar e aliviar os sintomas.
O tratamento psicológico é muito importante para quem possui a Síndrome de Burnout, pois o psicoterapeuta ajuda o paciente a encontrar estratégias para combater o estresse, ajudando a aprofundar seu autoconhecimento e a ganhar mais segurança no seu trabalho.
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Transtorno de Personalidade Anti-Social


Transtorno de Personalidade Anti-Social   O que é o Transtorno de Personalidade Anti-Social? Transtorno de personalidade antissocial é um tipo de condição mental crônica em que os caminhos de uma pessoa pensar, de perceber as situações e relacionar com os outros são disfuncionais e destrutivo.  Pessoas com esse transtorno tipicamente não fazem distinção entre certo e errado, muitas vezes ignoram os direitos, desejos e sentimentos dos outros. Tendem a hostilizar, manipular ou tratar as pessoas duramente ou com indiferença. Eles podem muitas vezes violar a lei, aterrissando com problemas frequentes, mas eles não mostram nenhuma culpa ou remorso. Eles podem mentir se comportam violentamente ou impulsivamente.  Por este e outros motivos, os especialistas se dividem se o transtorno seria o mesmo que a psicopatia.   Sintomas Os Sintomas do transtorno de personalidade antissocial podem começar na infância e são totalmente evidentes para a maioria das pessoas durante os seus 20 e 30 anos. Em crianças, a crueldade com os animais, o comportamento bullying, impulsividade ou explosões de raiva, isolamento social, e mau desempenho escolar podem ser, em alguns casos, os primeiros sinais da doença. Pessoas com transtorno de personalidade antissocial tem um comportamento específico, que leva em conta os sentimentos das outras pessoas. Veja, a seguir os principais sintomas desse transtorno: - Desconsideração por o que é certo ou errado; - Uso persistente de mentiras e fraudes para explorar os outros; - Uso de charme ou sagacidade para manipular os outros em prol de si mesmo; - Egocentrismo, senso de superioridade, vaidade e exibicionismo; - Dificuldades recorrentes com a lei; - Abuso ou negligência com crianças; - Hostilidade, irritabilidade significativa, agitação, impulsividade, agressão ou violência; - Ausência de empatia com as outras pessoas e de remorso por prejudicar os outros; - Comportamentos perigosos; - Relacionamentos pobres ou abusivos; - Comportamento irresponsável no trabalho Dificuldade em aprender com as consequências negativas de seu comportamento;    Causas – Genética. Estas tendências herdadas são aspectos da personalidade de uma pessoa repassados pelos pais, tais como timidez ou ter uma perspectiva positiva. Isso às vezes é chamado temperamento. – Ambiente. Isso significa que o ambiente de uma pessoa cresce em eventos que ocorreram, e as relações com os membros da família e outros.   Tratamento O tratamento do transtorno de personalidade no geral engloba psicoterapia. Medicamentos podem ser usados no tratamento de comorbidades, como depressão e ansiedade, mas não existem medicamentos indicados apenas para o tratamento desse tipo de transtorno. Em geral, para o transtorno de personalidade antissocial, mudanças comportamentais são muito importantes. Por isso mesmo terapia comportamental é importante nesses casos. No entanto, o tratamento do transtorno de personalidade antissocial é o mais difícil de ser tratado. As pessoas com esse transtorno tendem a usar a terapia como uma forma de evitar consequências negativas para se comportamento ilegal ou negligente ou para evitar as responsabilidades de seus atos. Além disso, identificar desde cedo que a criança tem traços de personalidade antissocial pode ajudar no tratamento precoce do transtorno de conduta, evitando que ele evolua para transtorno de personalidade antissocial, ou pelo menos impedindo o problema de ser tão grave.  
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Vício: Jogos de azar


O que é vício em jogos de azar? O jogo é um dos vícios que mais pode causar prejuízo as pessoas pois vem junto com a ilusão de dinheiro fácil e pode levar rapidamente o indivíduo à ruína financeira. As probabilidades nunca estão a favor do viciado em jogos. Como existem diferentes tipos de jogo, existem também diferentes tipos de vício em jogos. Jogos de azar não estão restritos a máquinas caça-níqueis, jogos de cartas e cassinos. A loteria, jogo do bicho, entrar em uma rifa ou fazer uma aposta com um amigo também são formas de jogo. Para a psicologia, todos podem se tornar viciados em jogos, pois, a dependência é um transtorno psiquiátrico e, por isso, pode acometer qualquer pessoa. Dessa forma, é importante esclarecer os limites entre o jogador normal e o patológico”.   Normal X Patológico Um jogador de cartas considerado normal é aquele que joga apenas pelo prazer de estar entre os amigos, por exemplo. Ele não aposta valores e se o faz, coloca números meramente simbólicos. O jogador normal joga recreativamente, divertindo-se. Tais jogos ocorrem esporadicamente, aos domingos, churrasquinhos com amigos, jantar da empresa. Por outro lado, o jogador patológico é aquele que precisa jogar quase ou todos os dias, e na impossibilidade de jogar o jogo na vida real, busca versões virtuais para que possa amenizar a fissura da falta do jogo. O jogador patológico não joga por recreação e, sim, por compulsão. Há sempre dinheiro envolvido nas apostas, e dependendo do grau da patologia, o jogador vai apostando os bens que lhe resta.  O azar também atinge a família do apostador. Ocorre que a família só vai perceber os efeitos do jogo patológico quando o jogador já estiver em um estágio avançado da doença. Assim, quando a família sentir os efeitos da patologia, pode ser tarde. E os efeitos são devastadores. A família pode começar a perceber mudanças no comportamento financeiro do jogador. Em casos mais graves, ele vende o carro, a casa e a família se vê, além de desabrigada, endividada.   Causas Muitos fatores podem contribuir para o vício em jogos, incluindo o desespero por dinheiro, o desejo de experimentar emoções fortes, o status social associado a ser um jogador bem sucedido e a atmosfera divertida da cena de jogos de azar. Infelizmente, uma vez que um vício de jogo toma forma, quebrar o ciclo é difícil. Vícios severos podem tomar conta quando alguém se sente desesperado financeiramente e quer recuperar o que eles perderam. Uma vez que a pessoa finalmente ganhar, raramente é suficiente para cobrir o que já foi perdido. A maioria dos jogadores nem sequer chegam perto de repor o mínimo que “investiram” no jogo.    Sintomas Os sinais de um problema de jogo são muitas vezes os mesmos que os sinais de outros vícios. Os sinais comuns de dependência incluem: •Sentir a necessidade de esconder a prática de jogos de azar; •Ter problemas para controlar os hábitos de jogo; •Jogar quando você não pode se dar ao luxo de gastar; •Seus amigos e familiares expressam preocupação com seus hábitos de jogo; •Como com qualquer outro vício, o sinal de um problema de jogo é que você sente que não pode e não consegue parar. Se você sente que precisa tentar mais uma vez, ou se sente ansiedade quando pensa em desistir, é altamente provável que esteja sofrendo de um vício em jogos de azar; •A pessoa tende a fazer apostas arriscadas para experimentar a emoção associada com a tomada de grandes riscos; •Muitos jogadores acabam se voltando para outros tipos de vícios, como álcool, drogas, para aliviar a ansiedade provocada pela vida de jogos; •Estas patologias também vêm, normalmente, associadas com uma disfunção social que faz o paciente perder qualquer interesse na suas obrigações sociais, tornando-se insensível aos sentimentos das outras pessoas. •Ansiedade; •Depressão; •Enxaqueca; •Sentimentos de culpa e vergonha; •Isolamento social; •Ataques cardíacos; •Pensamentos e tendências suicidas; •Insônia; •Tensão muscular; •Oscilações de humor.   Tratamento Se você ou um ente querido quiser parar de jogar, mas não sabe por onde começar, é importante procurar a ajuda profissional de um psicólogo para o pontapé inicial.  Embora o jogo não possa ser tratado diretamente com medicações, é possível aliviar a ansiedade e a depressão que resulta do jogo. Com o psicólogo, principalmente na terapia comportamental, é possível adotar mudanças de comportamento que ajudam na melhora do vício. Parar de jogar não é tarefa fácil, mas é algo que pode ser feito com a ajuda de um grupo de apoio e um programa de tratamento. Pode ser difícil começar o caminho para a recuperação sem a assistência de profissionais que ajudem as pessoas através do processo. Amigos e familiares são vitais para uma recuperação completa, mas eles podem não saber como melhor ajudá-lo. A prática do jogo patológico também pode ser resultado de um mecanismo de defesa chamado “fuga”. Se esse for o caso, primeiro, é preciso que o jogador identifique do que se está fugindo ou tentando fugir. A patologia do vicio em jogos assemelha-se ao uso de drogas, pois, embora ele saiba que lhe faz mal, ele volta usar mais um pouco com a fantasiosa ideia “a hora que eu quiser eu paro!” Portanto, assim como na dependência química o tratamento é possível. Mas somente é possível quando o jogador patológico reconhece que está enrolado em uma teia de aranha que ele mesmo teceu e que para sair dessa teia ele precisa de ajuda.  
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