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Adolescente
Psicoterapia para Adolescentes   Como na psicoterapia para crianças, o principal objetivo da psicoterapia comportamental para adolescentes é promover mudanças no comportamento. Mudar o comportamento significa ajudar o adolescente a se tornar consciente, ou seja, discriminar a função dos comportamentos em sua vida e decidir muda-los para obter uma vida melhor.  As sessões com os adolescentes são individuais, mas há possibilidades dos pais serem chamados para algumas sessões em conjunto, por isso, é de extrema importância a participação dos pais nesse processo.   
Adulto
Psicoterapia para Adultos   A psicoterapia comportamental para adultos também tem como foco a mudança de comportamentos disfuncionais que estão lhe trazendo sofrimentos psíquicos, emocionais e físicos. Há momentos da vida, que nos deparamos com situações onde é difícil lidar sozinho com os problemas, por isso, faz-se necessário a ajuda de um profissional. A psicoterapia oferece a oportunidade de o paciente entrar em contato consigo mesmo, aprofundando seu autoconhecimento, melhorando sua comunicação e autoestima, dentre outros objetivos.   
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Bulimia


O que é? Bulimia é um distúrbio alimentar que gera na pessoa uma compulsão muito grande em ingerir muita comida e, logo após, é tomada por um sentimento de arrependimento ou de medo de engordar, fazendo com que recorra a meios de eliminar o que foi ingerido. Dentre esses meios, os mais comuns são a indução de vômitos, o consumo de laxantes e diuréticos ou a excessiva prática de exercícios. A doença pode ser catalogada em duas diferentes maneiras: - Bulimia com expurgação: A pessoa regularmente auto-induz o seu vômito ou faz uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas após comer compulsivamente. - Bulimia sem expurgação: Utilização de outros métodos para se manter livre das calorias e evitar o ganho de peso, como a prática do jejum, dieta rigorosa ou exercício excessivo. Pessoas com bulimia estão sempre preocupadas com a aparência, principalmente com o peso. O paciente não consegue aceitar seu corpo da forma como ele é, ou tem a impressão de que está acima do peso em níveis acima da realidade. Isso pode levar a um quadro de ansiedade, que faz a pessoa buscar maneiras bruscas de perder peso rapidamente, ao mesmo tempo em que busca conforto na comida.  O que diferencia a bulimia de outros transtornos alimentares é o comportamento de tentar livrar-se do que comeu regularmente, independentemente de como exatamente isso acontece. A ênfase está sempre na eliminação de calorias extras com objetivo de evitar ganho de peso ou para alcançar a perda de peso.     Causas Muitos fatores podem estar envolvidos nos motivos que levam à sua ocorrência. A influência exercida pela mídia sobre o comportamento e o padrão de beleza das pessoas também pode estar entre as possíveis causas da bulimia. O culto ao corpo magro e o desprezo às pessoas acima do peso pregado pela indústria da beleza e da moda, aparentemente, levam milhões de pessoas em todo o mundo a apresentar quadros de bulimia. Fatores genéticos, psicológicos, traumáticos, familiares, sociais ou culturais podem contribuir para seu desenvolvimento.  A genética também pode ser um fator de risco para a bulimia. Estudos mostram que ter um parente com bulimia pode favorecer o desenvolvimento da doença. No entanto, ainda não está certo se é um fator genético que predispõe à bulimia ou o comportamento familiar que favorece a doença.     Sintomas Preocupação excessiva com o peso e com a silhueta; Ter medo de ganhar peso; Perder o controle sobre o que come; Comer em excesso até sentir desconforto ou dor; Forçar o vômito após comer; Usar suplementos diários de perda de peso;. Apresenta sintomas de desnutrição, tais como: tontura, desmaio, fadiga, sono ou insônia e inchaço no corpo; Emagrecimento súbito; Vômitos após as refeições: a pessoa pode ir ao banheiro logo após se alimentar e permanece por lá por muito tempo; Uso de laxantes e diuréticos: alguns sinais podem ser apresentados por conta dessa prática, como queixas de cólicas abdominais, inflamações anais ou descontrole intestinal.     Efeitos colaterais Um dos efeitos colaterais mais perigosos e comuns da bulimia são os danos causados ao sistema digestivo, uma vez que comer demais e depois se livrar do alimento têm efeitos negativos sobre a produção de enzimas digestivas, equilíbrio de fluidos e níveis de eletrólito. Vomitar e tomar laxantes podem levar a desequilíbrios eletrolíticos e químicos, que causam efeitos em cascata em outros sistemas e órgãos, como um batimento cardíaco anormal e sintomas de depressão. Ao mesmo tempo, altas quantidades de estresse juntamente com deficiências de nutrientes podem alterar os níveis hormonais e alterar o funcionamento do neurotransmissor. Alguns dos efeitos negativos da bulimia nervosa para a saúde são: > Desequilíbrio de potássio e sódio, uma vez que o vômito/purga pode alterar os balanços de nutrientes, eletrólitos e fluidos chave; > Batimentos cardíacos irregulares e maior probabilidade de ataques cardíacos, insuficiência cardíaca e morte devido a um desequilíbrio eletrolítico; > Desidratação, que pode afetar negativamente a digestão, capacidades mentais, movimentos musculares e funcionamento do coração; > Capacidade reduzida de digerir os alimentos corretamente e absorver nutrientes; > Problemas para ir ao banheiro normalmente, incluindo estômago inchado, constipação e diarreia, causada por tomar laxantes e alterar os níveis de enzimas e eletrólitos; > Maior risco de úlceras e rupturas gástricas; > Maior probabilidade de ter mudanças de peso que afetam negativamente a tireoide e a saúde hormonal; > Maior probabilidade de lidar com infertilidade e menstruações irregulares; > Diminuição da resposta imunológica a infecções ou doenças mais comuns; > Maior risco de depressão, transtornos de ansiedade e suicídio; > Níveis mais elevados de inflamação, o que pode aumentar o risco de várias doenças crônicas; > Cárie dentária grave.     Tratamento O tratamento depende da gravidade da bulimia, assim como a resposta da pessoa aos tratamentos.  Se você acha que pode ter, ou tem bulimia, a melhor coisa que você pode fazer é procurar ajuda profissional. A psicoterapia é oferecida para aqueles que sofrem desta condição para ajudá-los a recuperar o controle sobre seus pensamentos e ações. A terapia comportamental funciona muito bem no tratamento de distúrbios alimentares, tais como bulimia. Durante este tipo de tratamento, o psicólogo especializado irá trabalhar com você para ajudá-lo a aprender a reconhecer as formas com que o alimento faz você se sentir e como mudar seus comportamentos em resposta a essas emoções. O processo é doloroso e exige um trabalho árduo da parte do paciente e de sua família. Admitir que você tem um problema é o primeiro passo para obter tratamento.   
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O que devo esperar da minha primeira sessão de psicoterapia?


Se você está tendo a oportunidade de fazer Psicoterapia, aproveite-a! Muitas pessoas gostariam de estar em seu lugar, e fazer terapia é um processo incrível pelo qual toda pessoa deveria passar pelo menos uma vez na vida. Qualquer pessoa, com ou sem traumas, com ou sem doenças mentais, vai sair ganhando se fizer terapia, ainda que “apenas” por uma questão de autoconhecimento mesmo.   Antes da primeira sessão É comum você ficar nervoso(a), ansioso(a), com medo e uma série de dúvidas na cabeça antes da sua primeira sessão.  Tente ficar calmo, eu estou ali para te ajudar, ok?  Beba um pouco de água, respire fundo, faça algo que deixe você mais relaxado e eu recomento você perguntar para si mesmo antes da primeira sessão: Por que estou aqui? Quais são meus objetivos com a Psicoterapia?   Como será a primeira sessão? De início, eu irei fazer algumas perguntas sobre sua vida. Questões passadas ou atuais podem ser essenciais pra compreensão do que você traz para a sessão. Você irá falar sobre o que lhe aflige, suas queixas, como essa queixa está interferindo na sua vida. , por isso você não precisa ir com nada ensaiado sobre o que vai falar, pode agir e conversar de forma leve, natural e espontânea. Se tem uma coisa que o psicólogo não está lá para fazer é julgar, ter preconceito ou dizer o que é certo ou errado, isso vale para TODAS as linhas da Psicologia. Além do mais, você pode esperar o tempo que for preciso antes de começar a falar e também não é obrigatório falar sobre alguns assuntos. No primeiro momento, pode soar um pouco estranho, pois, você deve pensar: Vou expor minhas queixas para alguém que eu nunca nem vi na vida? Eu compreendo o seu receio, mas é extremamente válido, você contar suas queixas a alguém que não tem conhecimento ou expectativas prévias sobre você. Eu estarei ali para lhe ouvir, acolher e ajudar a compreender os fatos de uma maneira diferente, trazendo novos significados para tudo aquilo que no momento lhe impede de viver de maneira leve.  Tudo o que você dirá para mim é confidencial.    E se eu não gostar do Psicólogo? É claro que, você pode se dar bem com o psicólogo escolhido e gostar muito logo de cara da vertente que ele segue, mas isso nem sempre acontece, então, NÃO DESISTA! É normal isso acontecer, e não tem nada de errado em você começar uma ou duas sessões, não se adaptar, ou não gostar e procurar outro, até que haja a “conexão”, isso será crucial para o restante do processo. Até porque, existem DIVERSAS abordagens e estilos de atendimentos, por isso você precisa saber qual seguimento se adapta e gosta mais!    Quais são essas abordagens? São as várias “linhas” que a Psicologia tem, assim como tem o músico do samba, do rock, do pop, onde todos fazem a mesma coisa, mas de formas e segmentos diferentes, existe o psicólogo comportamental, psicanalista, analítico, cognitivo, psicodramatista, etc.   Eu terei que deitar no divã? Muitas pessoas associam às cenas de filmes ou novelas, achando que em todo consultório que entrarem terá o famoso divã, aquele sofá onde a pessoa deita-se e olhando para cima começa a falar, enquanto o terapeuta fica atrás ouvindo e, não é bem assim! Esse é um dos segmentos, da linha psicanalítica. Na abordagem comportamental não usamos divã.    Psicólogo lê mente? Não, não lemos mentes e nem temos bola de cristal para descobrir tudo da sua vida só de olhar para o seu rosto, então, por isso são extremamente necessárias as perguntas que eu lhe fizer.   E se eu mentir? A sessão será muito melhor aproveitada se você responder as perguntas aberta e honestamente. Se você mentir, a psicoterapia poderá ir para uma patamar onde não fará nenhum sentido para você.   Quanto tempo vai durar? A psicoterapia não é um processo rápido, não é da “noite para o dia”, até porque o psicólogo também não tem uma varinha mágica que acelera o processo (mais um tabu), por isso não é possível saber quanto tempo vai durar, dias, semanas, um mês, seis meses, cinco anos e assim por diante, tudo vai depender de sua evolução, do seu caso, de quais questões lhe afligem, etc.  Não se sinta frustrado ao longo do processo, pois ainda que algumas melhoras possam surgir no curto prazo, outras podem levar mais tempo.   Será que com 1 sessão tudo estara resolvido? Isso depende de paciente para paciente, alguns com 1, 2, 3 ou 4 sessões já estão bem, e outros demoram, 3 meses, 6 meses e até anos. Certifique-se de ir para a sua primeira sessão com expectativas realistas. A terapia não é uma solução rápida e sim um processo.  Tenha sempre em mente que a terapia não é um milagre, e vai demorar um pouco até que você comece a perceber as mudanças práticas que esse tipo de exercício vai ter em sua vida, mas, uma vez que isso aconteça, é realmente libertador   CORAGEM! Pode ser difícil no começo, mas tente, tome essa atitude de coragem e de tanto carinho consigo mesmo, você vai perceber que tem muito que conhecer de si e o quanto isso é maravilhoso!  
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Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)


O que é? O Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) pode ser definido como um distúrbio da ansiedade caracterizado por um conjunto de sinais e sintomas físicos, psíquicos e emocionais. Esse quadro ocorre quando a pessoa vivencia ou presencia um trauma emocional de grande magnitude. Quando ela se recorda do fato, revive o episódio como se estivesse ocorrendo naquele momento e com a mesma sensação de dor e sofrimento vivido na primeira vez. Essa recordação, conhecida como revivescência, desencadeia alterações neurofisiológicas e mentais. O transtorno de estresse pós-traumático engloba as seguintes características: -Reviver o trauma através de sonhos e de pensamentos; -Evitar persistentemente fatos, objetos ou quaisquer situações que lembrem o trauma; -Medo de que a situação venha a se repetir; -Sensações físicas de desconforto e ansiedade que podem ser desencadeados pela simples recordação mental do trauma;   Causas Algumas das causas do transtorno do estresse pós-traumático são:  catástrofes naturais, agressão física, estupro, acidentes, guerras, humilhações, ameaças, assédios, dentre outros. Há diversos estudos que apontam eventos ocorridos na infância e adolescência como fatores que tornam as pessoas mais vulneráveis ao transtorno do estresse pós-traumático. Em geral, se encaixam situações de bullying infantil, situações de violência doméstica, situações que passam despercebidas na escola devido a dificuldades em adaptação (sociabilização) ou aprendizado (TDAH) e essas crianças são estigmatizadas e ridicularizadas.    Sintomas A pessoa começa a ficar irritada, se isola, tem pesadelos, sentimentos de raiva, cansaço emocional, principalmente se ela revive o trauma ocorrido. Alguns outros sintomas são: -Reexperiência traumática: pesadelos e lembranças espontâneas, involuntárias e recorrentes (flashbacks) do evento traumático revivescência; -Fuga e esquiva: afastar-se de qualquer estímulo que possa desencadear o ciclo das lembranças traumáticas, como situações, contatos ou atividades que possam se ligar às lembranças traumáticas; -Distanciamento emocional: diminuição do interesse afetivo por atividades, pessoas, que anteriormente eram prazerosas, diminuição de afetividade; -Hiperexcitabilidade psíquica: reações de fuga exagerados, episódios de pânico (coração acelerado, transpiração, calor, medo de morrer...), distúrbios do sono, dificuldade de concentração, irritabilidade, hipervigilância (estado de alerta); -Sentimentos negativos: sentimentos de impotência e incapacidade em se proteger do perigo, perda de esperança em relação ao futuro, sensação de vazio. A pessoa tem recordações com muita aflição, incluindo imagens ou pensamentos do trauma vivenciado. Sonhos amedrontadores também podem ocorrer e o indivíduo pode agir ou sentir como se o evento traumático estivesse ocorrendo novamente. Um grande sofrimento psicológico se desenvolve quando surgem lembranças de algum aspecto do trauma. Há uma intensa necessidade de se evitar sentimentos, pensamentos, conversas, pessoas ou lugares que ativem recordações do trauma. Também pode ocorrer uma incapacidade de se recordar algum aspecto importante do trauma, uma dificuldade em conciliar e manter o sono, irritabilidade ou surtos de raiva e baixa concentração. Em crianças pequenas podem ocorrer jogos repetitivos com expressão de temas ou aspectos do trauma, sonhos amedrontadores sem um conteúdo identificável e encenação específica do trauma.   Diferença entre TEPT e uma reação normal ao trauma Após um evento traumático, quase todo mundo experimenta pelo menos alguns dos sintomas de transtorno de estresse pós-traumático. Quando o senso de segurança e confiança é abalado, é normal sentir-se um pouco louco ou desorientado. É muito comum ter pesadelos, sentir medo, e achar que é difícil parar de pensar sobre o que aconteceu. Essas são reações normais a eventos anormais. Para a maioria das pessoas, no entanto, estes sintomas são de curta duração. Eles podem até durar vários dias ou mesmo semanas, mas eles gradualmente cessam. Se a pessoa possui transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), os sintomas não diminuem e a pessoa não sente melhora. Na verdade, ela pode piorar a cada dia. Uma reação normal ao trauma se torna TEPT quando a pessoa fica presa. Após uma experiência traumática, a mente e o corpo ficam em estado de choque. Mas, quando a pessoa entende o que aconteceu e processa suas emoções, ela consegue sair da situação. Com o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), no entanto, permanece em estado de choque psicológico. A memória do que aconteceu e os sentimentos sobre o assunto estão desconectados. Para seguir em frente, é importante enfrentar, sentir as lembranças e as emoções.   Tratamento O tratamento envolve psicoterapia e medicamentos.Os objetivos do tratamento do transtorno do estresse pós-traumático estão voltados a: -Diminuir os sintomas; -Prevenir complicações; -Melhorar desempenho na escola ou no trabalho; -Melhorar relacionamentos sociais e familiares; -Tratar transtornos associados (como depressão e alcoolismo). As chances do quadro do transtorno do estresse pós-traumático se estabilizar com tratamento adequado são altas. Com o tratamento adequado depois de algum tempo a pessoa vai gradualmente retomando a normalidade de vida.   
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