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Psicóloga, Terapia, Psicólogo, Maringá - Psicóloga Maringá Nayara Catenacci - Terapia e Psicoterapia Comportamental - Atendemos Unimed
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Depressão

O que é DEPRESSÃO?

Muitos de nós, já passamos, ao longo da vida, por períodos de altos e baixos, há dias que ficamos infelizes e desmotivados. A tristeza é uma reação comum às situações cotidianas. Mas, quando o vazio e o desespero tomam conta de seus dias, sendo permanente e comprometendo várias áreas da sua vida, como a social, profissional e familiar, podemos estar falando de depressão. 

No consultório, alguns pacientes descrevem a depressão como viver em um buraco negro, um buraco sem portas, janelas e saídas. A pessoa deprimida acaba não vendo mais sentido e significado em nada que faz, como se sua vida fosse vazia e apática. Perde-se o prazer em fazer coisas que antes eram significativas, perde-se o prazer até mesmo em viver. A pessoa deprimida, acaba deixando de interessar-se pelos amigos, famílias, lazer, hobbies, saúde e trabalho. Se sente esgotada o tempo todo e só deseja ficar trancada em seu quarto. O sentimento de desamparo, desesperança, inutilidade são frequentes. 

A depressão pode aparecer em diversas idades, sua intensidade pode variar de intensidade leve a grave, podendo ocorrer episódios com períodos de remissão e recaída. É estimada como um dos principais fatores mundiais de incapacitação. 

 

O que causa a DEPRESSÃO?

A depressão é uma doença multifatorial, ou seja, existem várias causas envolvidas em seu aparecimento. Embora os fatores genéticos possam fazer com que uma pessoa seja mais predisposta à depressão do que outra, acredita-se que os fatores sociais, ambientais e psicológicos e desequilíbrios químicos no cérebro também podem influenciar. 

 

SINTOMAS

Perda do interesse por atividades ou prazeres da vida; Baixa autoestima; Alterações no padrão de sono e alimentação; Diminuição de atenção e concentração; Visão negativa do futuro; Irritabilidade; Indecisão; Medo; Dores inexplicáveis; Diminuição do interesse sexual; Apatia; Falta de entusiasmo; Lentidão de pensamentos e movimentos; pensamentos preponderantes de culpa, pensamentos e/ou planos suicidas. 

As pessoas com depressão leve geralmente podem continuar trabalhando e dando conta das suas responsabilidades, mas funcionam abaixo do seu nível normal. Já as pessoas diagnosticadas com depressão grave, dificilmente conseguem manter o ritmo profissional e social satisfatórios. 

 

DIAGNÓSTICO

O DSM-IV lista alguns dos critérios para o diagnóstico da depressão:

1. Humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias.

2. Acentuada diminuição do interesse ou prazer em todas ou quase todas as atividades na maior parte do dia, quase todos os dias.

3. Perda ou ganho significativo de peso sem estar em dieta (ex: mais de 5% do peso corporal em um mês), ou diminuição ou aumento do apetite quase todos os dias.

4. Insônia ou hipersonia quase todos os dias.

5. Agitação ou retardo psicomotor quase todos os dias.

6. Fadiga ou perda de energia quase todos os dias.

7. Sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada (que pode ser delirante) quase todos os dias.

8. Capacidade diminuída de pensar ou concentrar-se, ou indecisão, quase todos os dias.

9. Pensamentos de morte recorrentes (não apenas medo de morrer), ideação suicida recorrente sem um plano específico, tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio.

Obs: No mínimo cinco dos seguintes sintomas presentes durante o período de duas semanas recebem a classificação de depressão leve. Usa-se a classificação grave quando o paciente apresenta mais do que cinco sintomas e quando o grau de prejuízo interfere acentuadamente no funcionamento do indivíduo.

 

TRATAMENTO

Quando você está deprimido, as coisas podem parecer-lhe inúteis, sem sentido, mas com o tratamento certo, ajuda e apoio você pode ficar melhor e pouco a pouco sair dessa tormenta.

Para o tratamento da depressão, faz-se necessário o auxílio médico (psiquiatra) que muitas vezes entrará com alguns medicamentos e do auxílio do psicólogo. 

Conforme estudos, a psicoterapia comportamental vem se mostrando muito eficaz para o tratamento da depressão, ela focaliza-se em como o comportamento das pessoas atinge a sua capacidade de receber reforço positivo vindo do ambiente. Como o reforço aumenta a frequência mensurável do comportamento, a incapacidade que uma pessoa tem de receber reforço para um comportamento saudável afeta diretamente os sintomas depressivos.

Um dos principais objetivos da terapia comportamental é aumentar a quantidade de reforços positivos, detectando atitudes que restringem as atividades sociais, de lazer, profissional, melhorando assim sua qualidade de vida, contribuindo assim, para que o paciente desenvolva um maior sentimento de autoconfiança, autoestima e independência para lidar com situações adversas do cotidiano. 

 


Autora:
Psicóloga Nayara Catenacci

CRP: 08/24302
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